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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

‘Box’ em Suíça e {Mónaco}

Os pilotos escolhem outros paraísos fiscais diferentes a {Andorra}, onde se refugia a elite do ciclismo mundial. Fernando Alonso tem tributado sem problema algum em Oxford, Madrid, {Dubái} e {Lugano}

MIGUEL MARTÍNEZ
22/04/2019

 

A revesta {Forbes} publicava faz algumas semanas seu particular ranking dos pilotos de F-1 melhor pagos da história. Michael Schumacher, retirado no 2012, era uma barreira intransponível até que Lewis Hamilton assinou o último contrato com Mercedes. Com um salário anual de 44 milhões, o jovem de {Stevenage} soma um total de 435 milhões de euros em rendimentos desde seu estreia com McLaren em 2007.

E tudo isso sem contar patrocínios pessoais, já que esta lista só/sozinho contabiliza a ficha e os {bonus} recebidos de cada escuderia. Schumacher ficou em 413 milhões, enquanto Fernando Alonso, retirado da F-1 faz seis meses, figura na terceira posição com 407 milhões. Em 18 anos de rendimentos de F-1, o asturiano não tem necessitado realizar nem uma complementar num impoluto comportamento fiscal. E não é porque não o tenham investigado. ¿Qual é o secreto?: «Pagar religiosamente», diz Luis García Abad, gerente do piloto

{Flavio} {Briatore}, o padrinho desportivo de Alonso, lhe recomendou mudar-se a Oxford, perto de a fábrica de {Enstone}, quando o asturiano deixou {Minardi} para fazer parte de Renault. «Eu tinha estudado francês na escola, falava italiano da época do {kárting}, mas necessitava melhorar muito o inglês, para além de estar perto de a fábrica», explicou Alonso em mais duma ocasião. Alonso viveu em {Enstone}, desde o 2002 ao 2005, e como residente em Inglaterra, usufruiu de um regime fiscal especial para os estrangeiros.

Com a chegada dos títulos mundiais e sua contratação por McLaren, Alonso fixou sua residência em Suíça, como a metade dos pilotos de F-1 daquele momento -a outra metade residia em {Mónaco}-. Se comprou uma pequena casa perto ao {lago} {Lemman}, não longe de a mansão de Michael Schumacher, enquanto outros pilotos como Sebastian Vettel ou {Raikkonen} escolheram Zurique. Os pilotos preferem Suíça ou {Mónaco} frente a {Andorra}, refúgio da elite do ciclismo mundial.

A despesa mínimo equivale a sete vezes o valor de aluguer da habitação. Um estrangeiro, por exemplo, que compre uma propriedade em Suíça cujo valor de aluguer é de 5.000 francos suíços mensais pagará um imposto fixo de 420.000 francos suíços (5.000 x 7 x 12). Para um salário como o de Hamilton -foi de Suíça a {Mónaco}-, a diferença entre viver em Inglaterra ou fazê-lo em Suíça ou {Mónaco} é pagar dois ou 25 milhões ao ano de impostos por rendimentos do trabalho,

Hamilton, {Bottas}, {Ricciardo} ou Checo Pérez, como outros muitos pilotos, preferem {Mónaco}, onde nasceu e reside Charles Leclerc. O Principado não está considerado oficialmente como paraiso fiscal, mas manteve o secreto bancário como algo {intrínseco}. A principal vantagem é a ausência total de impostos sobre/em relação a as rendimentos obtidos fuera do mesmo.

As pessoas físicas residentes em {Mónaco} (exceto as gaulesas) não estão sujeitas a nenhum imposto sobre/em relação a a rendimento, mais-valia ou o capital. Alonso, por outro lado nunca optou por {Mónaco}. Escolheu voltar a situar sua residência em Espanha -onde não passava mais de 25 ou 30 dias ao ano- em 2010, ao mesmo tempo que contratava por Ferrari. O clima e as boas comunicações lhe levaram a residir em {Dubái}, mas desde há três anos voltou a Suíça, esta vez a {Lugano}.

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