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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de junho de 2018

O ‘9’, na encruzilhada

{Lopetegui} medita entre a força de Diego Costa, a finura de Rodrigo ou o venenoso {Iago} {Aspas} para o ataque da seleção espanhola, carente de ‘faísca’ nos dois últimos compromissos de ‘La Roja’

MARCOS LÓPEZ
12/06/2018

 

O nove era {Morata}. Mas ficou no caminho. Desde o início, o nove de {Lopetegui} era ele. Mas, por uma razão ou outra, foi perdendo peso de tal maneira nos planos do selecionador, que nem nem sequer o incluiu na lista de 23 futebolistas que estão na Rússia. Quebrado o ‘plano {Morata}’, o nove com o que {Julen} triunfou na Eurocopa {sub}-21 de Israel de 2013, emergiu a figura de Diego Costa, o tipo por quem Espanha chegou a modificar faz quatro anos sua maneira de jogar, obcecado como andava Vicente del Bosque no Mundial de Brasil seu imenso poderio ofensivo. Mas justo agora, quando Portugal está à volta da esquina (na sexta-feira arranca o Mundial de Rússia para Espanha), o velho dilema do nove segue/continua sem resolver-se.

Não há maneira de encontrar um avançado/ponta de lança desde que foi Villa, o nove que vivia, curiosamente, no grupo esquerda. A Espanha, além disso, não só/sozinho se lhe tem desencaixado essa peça tão decisiva mas nos dois últimos partidos não tem tido excessiva presença ofendida. Nem na área suíça. Nem, naturalmente, na área {tunecina} onde só/sozinho assinou dois remates a porta: o primeiro levou a assinatura de Diego Costa (m. 63) e o segundo a rubrica de {Aspas} (m. 84) que deu o triunfo à seleção de {Lopetegui}. Farto andor o treinador de que a cada momento lhe perguntem pelo nove de Espanha. Um ofício complexo porque deve estar conetado com o jogo do passe multiplicador de La Roja, algo no que Costa, acostumado no habitat do {cholismo} a cavalgar a campo aberto, encontra-se incómodo. Ele e a equipa, mas também resulta óbvio que não tem {Lopetegui} um avançado/ponta de lança tão {incordiante} como o brasileiro para desgastar a centrais peritos e fiáveis como possui Portugal.

Delicadeza e remate

Costa representa, portanto, a opção mais potente para derrubar defesas, embora se algo carateriza o futebol de Espanha é a delicadeza onde um mau controlo te expõe ao escárnio, para além de ser também uma convite ao contragolpe alheio. Com {Morata}, o preferido de {Julen}, vendo o Mundial pela televisão, há três alternativas para um só/sozinho lugar, a não ser que o treinador improvise a opção do dobro nove, algo que só/sozinho usou, por exemplo, no desesperada final perante Tunísia.

Espanha joga como se não tivesse avançado/ponta de lança centralismo já que não o tem como ponto e final de seu jogo. Daí a atual encruzilhada. «Diego é mais referente, de estar mais dentro do área. {Iago} é muito mais versátil, se adapta a outras posições. E eu estou no meio dos dois. Os três somos diferentes», contou ontem Rodrigo Moreno, o avançado/ponta de lança do Valência, quem se tem coado na cadeira que pertencia a {Morata}. O dilema, não por velho (se arrasta praticamente desde há quatro anos), não deixa de oferecer matizes novas. A cada treino, na {lujosísima} academia da pedreira/formação do {Krasnodar} onde trabalha Espanha, se apura até ao mais mínimo detalhe à procura de a pista definitiva que acenda a luz de nove titular perante Portugal. Costa (29 anos) necessita espaços; Rodrigo (27), por outro lado, atira {desmarques} aos médios, enquanto {Iago} {Aspas} (30) injeta seu veneno de maneira invisível como aquele menino travesso ao que nunca {pillan}. Quando os defesas vão a procurá-lo, ele tem desaparecido da cena do crime, presumindo de grandes números: 10 partidos, cinco goleadores.Os três têm algo em comum. Jogaram ou ainda jogam no Celta.

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