+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

{Vicenta}, Felisa, Juana, María e Juliana, as matronas de Cáceres

O Palácio da Ilha homenageia às mulheres que deram a luz centenas de vidas

 

Fernando Jiménez Berrocal 8 Junto à exposição no Palácio da Ilha. - ANTONIO MARTÍN

ALBERTO MANZANO
07/03/2020

Obstetras, enfermeiras, {doulas}, {salus}… Há muitos profissionais sanitários na hora de acompanhar à mulher em seu gravidez, parto e postparto e, muitas vezes, as mais esquecidas som as matronas. Em Espanha é uma profissão {reglada}, com seis anos de estudo e com uma larga/ampla tradição. No entanto, não toda a gente sabe exatamente para que servem na hora de atender a a mulher. Não toda a gente sabe que, se um parto é bom, isto é, se a mulher é sara e não representa nenhuma complicação, elas (e eles porque também há {matrones}) som as encarregadas de atender esse parto.

Durante o mês de Março o Palácio da Ilha acolhe uma homenagem documentário às mulheres, especialmente às responsáveis de que nascessem nas melhores condições meninos e meninas e ao mesmo tempo, ser as profissionais que velaram pela saúde das mães. Foram muitas as {parteras}, professoras de parto, parteiras ou matronas que ao longo/comprido dos séculos se têm encarregado de trazer cacerenhos ao mundo. Mulheres que careciam de horário e calendário, estando em alerta permanente para assistir às {parturientas} que solicitavam seu ajuda.

Fernando Jiménez Berrocal, arquivista, cronista oficial de Cáceres e colaborador deste diário/jornal, fala da «presença de parteiras intituladas exercendo o seu trabalho na capital cacerenha desde/a partir de os anos 50 do século XIX. Conhecemos seus nomes e também seus dados académicos pelas pedidos/solicitações que realizavam à Câmara Municipal para poder/conseguir desempenhar sua função na cidade. Por isso considerámos oportuno que seus dados figurem na exposição como Documento do Mês de Março, para que saibamos quem foram, que formação tinham, donde vinham, quanto ganhavam e quantos anos dedicaram a seu importante lavor/trabalho».

Além disso, o arquivista destaca a tarefa de seis delas. «{Vicenta} Muñoz era professora de partos e trabalhava em Cáceres desde/a partir de 1891. Felisa Marín igualmente era professora de partos pela Universidade de Salamanca e solicitou iniciar/dar início seu estreitamente em Cáceres em 1913. Juana Pulido era matrona intitulada na Universidade de Madrid e em 1929 pediu uma praça/vaga de parteira municipal. Maria Nogales era professora de partos e quis trabalhar na Beneficência Municipal em 1929. María Román, para além de professora de partos é praticante em cirurgia menor. E por último Juliana {Álvarez} Moral, uma de Valladolid nascida em 1892 que desempenhou seu ofício em Cáceres desde/a partir de 1919 quando acedeu à praça/vaga, até 1962, data na qual se jubilou à idade de 70 anos».

Foram uma peça chave na descida da mortalidade infantil e na excessiva mortalidade de {parturientas}. Desta forma fazem públicos seus nomes como agradecimento da cidade a umas profissionais que tanto/golo tiveram que ver com a saúde e os avanços sanitários, conclui Berrocal.