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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

A {UTE} que começou o hospital reclama nos tribunais 28 milhões de euros

É o dinheiro que estimam se lhes tem que devolver por rescindir o contrato. Já apresentou o contencioso ao não receber/acolher resposta da Junta a seu escrito/documento

SIRA RUMBO
06/03/2020

 

La Unión {Temporal} de {Empresas} que comenzó a construir el nuevo hospital, que estava formada por {FCC}, {Joca} e Placonsa (esta última já não pertence), leva perante os tribunais à Junta de Extremadura por ter rescindido o contrato de obra no ano 2013. La execução tinha começado sete anos antes e nesse momento a primeira fase do complexo encontrava-se terminada quase ao 91%. La empresa calcula que aquela decisão unilateral tem suposto uns danos e prejuízos que têm quantificado em 28.614.608,84 euros. La resolução a levou a cabo o governo de José Antonio Monago (PP) devido aos atrasos e a que, segundo justificou nessa altura o conselheiro de Saúde, Luis Alfonso Hernández Carrón, a empresa reclamava um modificado de 9 milhões de euros sobre/em relação a o projeto inicial e já tinha reclamado 9 milhões mais com anterioridade.

La primeira opção da {UTE} foi reclamar essa indemnização diretamente ao Executivo regional. La Junta nunca chegou a responder a dita petição/pedido porque entendia que, em caso de ter que fazer frente à reclamação, esta deveria dirimir-se nos tribunais. Assim, a princípios de Fevereiro o advogado, José María Calero, apresentou um processo contencioso administrativo nos tribunais de Mérida, que já foi admitido a trâmites.

UM PROCESSO LONGO/COMPRIDO / Não é a primeira vez que a construtiva vai aos tribunais/réus/julgados pela execução da primeira fase do complexo levantado em O {Cuartillo}. Já fê-lo quando tomou-se a determinação de rescindir o contrato. Neste caso, o primeiro o Tribunal/réu/julgado Contencioso Administrativo de Mérida e depois o Tribunal Superior de Justicia de Extremadura (TSJEx), lhe deram a razão. Ambos tribunais estimaram que a resolução do contrato não se ajustava a direito porque a administração excedeu o prazo de três meses para notificar a resolução e o processo caducou e porque não se pode imputar à {UTE} o atraso na execução da obra.

O que faz agora a {UTE} é reclamar uma indemnização pelos danos que produziu às três empresas a conclusão do contrato. Prejuízos tanto/golo económicos como de reputação e que foram valorizados em 28 milhões de euros. Terá que ser agora o tribunal o que estime se dita quantificação se ajusta a direito.

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