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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

Uma grua teve que ajudar a resgatar o corpo do jovem na pedreira/formação de {Olleta}

A Câmara Municipal afirma que a zona está cercada e tem o acesso proibido. Perdeu a vida na quinta-feira ao cair ao água e desprender-se várias rochas de grande tamanho

LOLA LUCEÑO
09/09/2017

 

Un jovem de 19 anos perdeu a vida num tragicómico acontecimento acontecido ao anoitecer de quinta-feira na pedreira/formação de {Olleta}, situada na saia da Montanha. Caiu de forma acidentada à charca que cobre a parte baixa da velha pedreira/formação --hoje encerrada e com acesso proibido--, com tão má fortuna que «rochas de grande tamanho se precipitaram» com sua queda/redução «sepultando seu corpo», segundo a nota remetida ontem pelo Câmara Municipal. Concretamente, uma rocha duns 300 quilos impediu o resgate do cadáver e os efetivos de emergências tiveram que solicitar uma grua para poder/conseguir libertá-lo. Os trabalhos se prolongaram durante três horas.

David Quintanilla se tinha criado em {Llopis}, numa família cacerenha bastante conhecida por sua dedicação à pequena maquinaria de obra, preparação de terrenos, escavações e alicerces. Estava à espera iniciar/dar início um módulo de FP de Mecânica segundo explicou ontem uma parente no sala mortuária, onde se oficiou o funeral às seis da tarde após {serle} praticada a autópsia de manhã, e onde familiares e amigos encontravam-se muito afetados por um acidente de semelhantes consequências.

Era muito adepto à pesca. Assim o contam aqueles que lhe conheceram. De facto, poderia estar pescando na charca quando caiu ao água, um extremo que se considera e que não tem podido confirmar este diário/jornal. Uma chamada dos amigos que lhe acompanhavam alertou rapidamente aos serviços de emergência. «A Policia Municipal recebeu o aviso às 20.30 horas e se mobilizaram várias dotações, mas ao chegar já não se podia fazer nada. Foi um acidente muito desgraçado», lamentou ontem o vereador delegado de Policia Municipal e Segurança, Rafael Mateos. A Câmara Municipal mostrou seu pêsame à família,

ESPECIALISTAS / Foi necessária a intervenção da Unidade de Resgate Aquático a Cruz Vermelha de Cáceres, que segundo detalhou ontem esta organização deslocou a seis membros e um zodíaco. Os especialistas trabalharam até as 23.30 juntamente com os oito efetivos enviados pelo Quartel do {Sepei}. O transferência duma grua telemóvel até ao lugar fez possível levantar a rocha e resgatar finalmente o corpo, que foi conduzido até ao Anatómico Forense após decretar o juiz de guarda o levantamento do cadáver. Polícia Nacional, Guardia Civil e serviços do SES colaboraram nas trabalhos.

A Câmara Municipal precisou ontem que a pedreira/formação, fruto de longos/compridos {litigios}, foi encerrada e está cercada desde há seis anos. «É uma propriedade privada que contava com os encerramentos nas condições exigidas e estava sinalizada a proibição de acesso à mesma», sublinha a câmara municipal em seu escrito/documento, acrescentando que a polícia Local digressão visitas ocasionais para comprovar que se mantém o fecho. Não obstante, até à charca vão com frequência jovens para tomar banho e pescar (há {black}-{bass} e tendas), pelo que a propriedade atual do terreno tem contratados a vigilantes com veículos de forma continuada. Este diário/jornal pôde comprovar ontem a existência do encerramento e dos vigilantes.

Desde a associação ambientalista {Adenex} explicaram ontem que precisamente no passado mês Agosto enviaram um correio à presidenta da Câmara Municipal para transmitir-lhe a preocupação dalguns vizinhos/moradores da zona, que asseguraram a {Adenex} que o cercado era deficitário, que advertiam alguma atividade de recolhida de materiais na zona, e que era necessário instar à restauração ambiental da pedreira/formação uma vez encerrada.

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