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Uma estreia de morte

Alfonso Sánchez e Alberto López reúnem-se com os fãs de sua nova fita nos multicinemas

 

Estreia 8 Elenco de ‘Para toda a morte’ com público nos multicinemas de Cáceres. - ‘PARA TODA A MORTE’

GEMA GUERRA
24/01/2020

Uma estreia para morrer-se. Da riso pelo menos. Isso prometem Alfonso Sánchez e Alberto López com o seu novo filme ‘Para toda a morte’ para a que têm coordenado uma singular maneira de apresentá-la ao público antes mesmo de que se distribua em cinemas. Assim, os criadores da comédia negra decidiram repetir o mesmo formato que seguiram para promover o seu anterior estreitamente com o clássico porta por porta, cinema por cinema, e na sua digressão nesta semana fizeram paragem em Cáceres.

Deste modo, a equipa criativa assistiu aos multicinemas e reuniu-se com fãs do filme, que usufruíram da fita antes do estreia em salas, se lhes fez entrega de merchandising da fita e além disso os autores conversaram com eles sobre as impressões do filme de comédia negra a modo de sondagem.

O propósito é procurar «o encontro e a proximidade com o público, envolvendo a cada espectador e espectadora nos seus encontros, improvisações e sondagens de rua». O tour arrancou o 7 de Janeiro em Cádiz e após o seu passo por Extremadura continuará até ao dia da estreia na segunda-feira 27 em Barcelona, terça-feira 28 e quarta-feira 29 em Madrid e quinta-feira 30 e fecha na sexta-feira 31 em Sevilla. Obrigada, farão um percorrido de 22 cidades em 25 dias para procurar a crítica a pé de poltrona.

Esta é o terceira filme de Alfonso Sánchez como diretor após O mundo é nosso e O mundo é seu, que co-protagoniza junto ao cómico Alberto López. Está distribuída por Alfa Pictures, e produzida por Acende TV, Mundo Ficção e Set Magic e conta com a participação de Canal Sur e TV, TV3 e a Junta de Andalucía.

A fita relata a história de José Vicente, que leva oito anos concorrendo para alcançar o seu sonho: converter-se em funcionário. Em essência, segundo a detalha a produtora, reflete, em chave de comédia, a situação de milhões de espanhóis que vêem no funcionariado uma saída vital à situação de precariedade económica e social que atravessam».