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El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

Um cacerenho perde uma {muela} ao morder uma salsicha que tinha um prego dentro

Agustín Fondón comprou o produto num supermercado cacerenho, que lhe devolveu o dinheiro, mas quando o afetado reclamou as despesas dentárias à fábrica {envasadora} de Toledo (se teve que colocar um implante que lhe custou 1.280 euros) se os recusaram

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
09/03/2018

 

Quién lhe ia a dizer a Agustín Fondón que aquelas apetitosas salsichas lhe iam a dar tantos dores de cabeça. Os factos/feitos se remontam ao passado 11 de Maio quando este conhecido cacerenho foi uma amanhã ao supermercado {Provecaex}, na estrada de Mérida, com a intenção de adquirir 1 quilo de salsichas de frango para fazer uma grelha. Em sua lista da compra também figuravam batatas fritas O Galo, toucinho fumado, pão do Casar, espargos, cebolas, curgetes e carvão vegetal.

As salsichas, embaladas, se as facilitaram na secção de talho; ao chegar a casa, Agustín começou a cozinhá-las. Ao terminar se sentaram à mesa ele e seus três filhos. «Estavam boas, tinham bom aspeto», relata o afetado. Qual foi sua surpresa que quando se levou uma delas à boca e a mastigou sentiu um terrível «estalo». Nessa altura {escupió} e se deu conta de que dentro da salsicha «tinha uma {púa} duns 8 milímetros», calcula Fondón. Ao prato caíram rapidamente o pedaço de salsicha, o prego e seu {muela} verba/partida em dois.

Já à tarde, quando sua mulher voltou de trabalhamos/trabalhámos porque estava de amanhã, foram a {Provecaex}. «Ali nos disseram que isso não era responsabilidade deles, que era coisa da secção de talho». Não obstante, a assinatura cacerenha lhes devolveu o dinheiro, os 10,47 euros que tinha costado o quilo de salsichas. Logo a seguir, lhes confirmaram na talho «que por segurança devolveriam toda a remessa à companhia {envasadora}», neste caso A Avó Julia SL, {radicada} em Toledo.

Não tardou Agustín em ver-se obrigado a visitar ao dentista. Foi à clínica dentária do médico Moisés González Gutiérrez, situada na rua Alfonso IX de Cáceres. O cacerenho teve que submeter-se a uma extração, um implante e lhe foi colocada uma coroa sobreimplante, tudo isso por valor de 1.280 euros. O afetado queria reclamar esses despesas {odontológicos} e nessa altura contactou com o responsável de Qualidade e Ambiente da empresa {envasadora}, Luis Martín García. Este solicitou a Fondón que enviasse uma foto «do corpo estranho encontrado nas {longanizas}». E assim fê-lo: remeteu uma imagem do prato com a salsicha e, à direita, a {púa} e os restos da {muela}.

Uma vez realizado este passo, Agustín Fondón explica que a empresa {toledana} lhe instou a que remetesse sua reclamação da quantidade/quantia solicitada à companhia de seguros {Soliss}, representante de A Avó Julia SL. A companhia de Seguros {Félix} Santos Quintana, em representação de Agustín Fondón, efetuou a queixa.

O 26 de Fevereiro {Soliss} respondeu a Fondón que «estudada toda a documentação que obra em nosso processo, entendemos que não existe nenhum tipo de responsabilidade por parte do nosso assegurado, já que não fica suficientemente acreditada a relação de causalidade». E conclui que não assumirá «as consequências económicas derivadas», isto é, não pagará os 1.280 euros que custou o dentista.

Esta quarta-feira Fondón foi a Consumo e lhe disseram que «já não se pode fazer nada, porque nestes casos o melhor é ir a um centro veterinário, informar o caso e que eles sigam/continuem o processo, porque é que se devolve a carne, onde está o género e como analisarlo devidamente». A intenção de Agustín é oferecer estes factos/feitos para que no sucessivo possíveis afetados saibam como atuar antes de ter que passar pelo dentista por culpa de um prego mau pregado.

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