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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

Um cacerenho denúncia a explosão da bateria de seu telemóvel

O afetado tem interposto uma queixa na Direção Geral de Consumo. A companhia {surcoreana} retirou em 2016 outro modelo por este mesmo problema

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/02/2018

 

Um cacerenho, Javier López, denunciou diante da Direção Geral de Consumo a explosão da bateria de seu telemóvel, um {Samsung} modelo {Galaxy} {Grand} {Neo}. Segundo relata em seu escrito/documento à administração, registado o passado dia 29 de Janeiro, os factos/feitos aconteceram à uma da madrugada de um dia, sem precisar, de finais do mês de Janeiro. O telemóvel estava numa mesa do sala da habitação deste cacerenho quando, de repente, explorou. Como conta sua esposa, Julia González, ele estava dormindo e ela, vendo a televisão, quando «uma grande explosão, como um desses clássicos gay/chatos/petardos grandes», explica, lhe deu um grande sobressalto. O telemóvel, segundo seu relato, saltou pelos ares. A detonação fez que o dispositivo se {abriera} em dois, caindo a bateria no {parqué} do sala, queimando-o. Nesse momento, conta Julia, «começou a sair fumo branco da bateria enchido tudo a sala, não se via nem a televisão, logo me tenho inteirado que é pelo {litio}».

Na reclamação, Javier López conta que tentou pegar/apanhar a bateria do chão, o que lhe provocou «doridas queimaduras nos dedos polegar e índice da mão esquerda». Para desligar o pequeno fogo que provocou o estouro da bateria, Julia atirou um copo de água ao {parqué}, «o primeiro que se me aconteceu», pelo que não teve maiores/ancianidade consequências.

Os afetados deram parte à companhia fabricante do telefone, «ao início nos atenderam amavelmente, mas logo não quiseram assumir os custos porque diziam que tinhamos manipulado o telefone», relata Julia, que explica que Javier, o seu marido, estava preocupado porque a explosão tivesse afetado aos dados que guardava no telefone, porque é o do trabalho, pelo que foi no dia seguinte a comprar uma nova. «Isso é o que dizem que temos manipulado», se queixa Julia González.

Como a companhia não lhes respondeu como esperavam, foram à Direção Geral de Consumo à procura de apoio. A {Samsung} lhe reclamam a reposição tanto/golo da bateria como do telefone, a reparação do {parqué} do sala de seu casa e, por sua vez, que «comprovem as baterias de telefones modelo {Samsung} {Grand} {Neo} por se tivesse defeito em série», bem como a compensação por danos físicos e morais causados a sua mulher. O motivo para esta reclamação é, segundo consta na denúncia de Javier López, «o sucedido lhe tem provocado ataques de ansiedade».

Este jornal se tem posto em contacto com a companhia {surcoreana}, sem que ainda tenha dado nenhuma versão dos factos/feitos. {Samsung} já teve que retirar em 2016 todos os telefones {Galaxi} Note 7, seu modelo estrela do momento, por este motivo.

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