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Um bilha na cimeira do clima

O artista de Madrigalejo {Sojo} decora uma das paredes do pavilhão verde em {Ifema} com um desenho para consciencializar sobre/em relação a o uso de plástico

 

Decoração 8 {Sojo} pinta o mural no pavilhão verde da cimeira do clima. - {SOJO}

GEMA GUERRA CÁCERES
04/12/2019

Mais simples se calhar mas mais sustentável também. O bilha tornou-se em novo emblema da cimeira do clima que se celebra nesta semana em Madrid. Pelo menos nas paredes do pavilhão verde, lugar no qual o artista cacerenho {Jonatan} {Carranza} {Sojo} tem desenhado um gigantesco recipiente de lama acompanhada da ordem ‘{Plastic} {free}’ --traduzido ao espanhol, ‘Livre de plásticos’--. O propósito da peça é consciencializar sobre/em relação a a poluição e o uso do plástico e já de passagem piscar à tradição e à busca de alternativas sustentáveis.

O jovem artista de Madrigalejo é um reconhecido {muralista} extremenho. Entre seus últimos trabalhos encontra-se o duma fachada de vinte metros de alto para o projeto de reabilitação em {Hernando} de {Soto}. Este de {Ifema} se enquadra dentro da aposta da Agência Extremenha de Cooperação ({Aexcid}) para utilizar/empregar a arte urbano como ferramenta de mudança. Umas horas tem tardado em dar-lhe forma à peça. Assim, ao longo da semana a pintura estará à vista num dos espaços mais transitados da cimeira, no qual encontram-se os expositores de patrocínadores e se organizarão quase meio milhar de atividades. Também essa zona alberga um área para jovens e outra para povos/povoações originalíssimos chilenos, porque embora finalmente se tenha celebrado em Madrid, o anfitrião continua a ser Chile, país ao que correspondia organizar a cita/marcação/encontro mas que se encontra imersa em plena crise social e política. Tanto/golo trânsito terá que com um pouco/bocado de sorte também o vê {Greta} {Thunberg}, que estará ao chegar.