Menú

El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Um arranque com acento cacerenho


14/06/2018

 

Hace vinte anos saíram da cidade porque não tinha «um tecido educativo sobre/em relação a o teatro» e esta noite volta a casa. O cacerenho David Martínez dirige Fome e Miséria, a companhia que inaugura hoje as tábuas do festival clássico com ‘Eco e {Narciso}’, uma peça pouco/bocado representada de Calderón de la Barca.

Durante sua intervenção ontem na roda prévia no Torre de {Sande}, o diretor mostrou-se «afortunado» de voltar à raiz, à praça/vaga de São Jorge, uma praça/vaga na qual se reunia com os seus amigos a «ler textos e a escrever sobre/em relação a teatro», assinala. Destaca que regressar a Cáceres «é fechar um círculo». Martínez compareceu com o ator Manuel Moya e com a diretora do consórcio Gran Teatro, Silvia González.

O espetáculo com o que abrem a cita/marcação/encontro com o século de Ouro tem filmado pelo festival de {Almagro} e recria a peça clássica de Calderón de la Barca «comparável a A vida é sono/sonho». Sublinha a «beleza» do texto e a «inovação» do argumento que deposita grande peso num personagem feminino, a mãe de {Narciso} -interpretado por Manuel Moya-. Curiosamente e apesar de sua qualidade estética, Martínez expõe que o texto só/sozinho se tem representado em teatro uma vez, em 1992. A de hoje em Cáceres será a segunda.

A adaptação de ‘Eco e {Narciso}’ está escrita por Elena María Sánchez e está desenhada em formato musical: recitado, cantado e {parlato}. Contará com música ao vivo com Alba {Fresno} à viola-de-arco e os arranjos eletrónicos também se processarão ao vivo. G. GUERRA

As notícias mais...