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El Periódico Extremadura | Sábado, 17 de novembro de 2018

UGT defende a formação dada aos trabalhadores de Cocemfe

Apuntan ao Sexpe por «mudar as regras a metade do jogo/partido»

C. H. M.
12/06/2018

 

El sindicato UGT assegura que o curso que deu a sete trabalhadores de Cocemfe se ofereceu «corretamente», segundo seu secretário de Formação e Emprego na região, {Teodoro} Casares. A formação estava destinada a que os empregados da entidade cacerenha obtivessem o certificado de profissionalismo. No entanto, quando entregaram a acreditação do curso no Centro de Formação Ocupacional de Don Benito, este somente expediu os {certifiacados} de profissionalismo a dois dos sete trabalhadores, negando-selo a cinco deles porque um dos módulos se tinha oferecido fuera do prazo legal, embora todos tinham facto/feito o curso ao mesmo tempo. {Teodoro} Casares defende a gestão do sindicato, «o Sexpe faz uma guia de gestão com um {compendio} das normas a seguir/continuar, se tivesse posto algo de os prazos, o tivessemos facto/feito», afirma. Do mesmo modo, Casares assegura que também não se fixou nenhum prazo quando apresentaram o programa de curso ao Sexpe, «quando {emprendes} um projeto com umas normas, não podes mudá-las a metade do jogo/partido», acha. Por este motivo, considera que deve ser o Sexpe quem resolva este caso «especialmente sangrante» para os cinco trabalhadores que deram a formação e não obtiveram a certificação de profissionalismo.

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