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El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

O tribunal pede a reconstrução da fuga do preso

A investigação sobre/em relação a a desaparição do arma do chefe da policia municipal continua. A recriação teve lugar na quinta-feira passada com a maioria dos efetivos

REDACCIÓN
10/03/2018

 

O Tribunal de Instrução Número 2 de Cáceres pediu a reconstrução dos factos/feitos que tiveram lugar na sexta-feira passada durante o dispositivo de busca por parte da Guardia Civil, Polícia Nacional e Local para localizar ao preso fugido, que posteriormente faleceu após receber/acolher um disparo. A perguntas dos meios, o subdelegado do Governo em Cáceres, José Carlos Bote, referiu-se ontem às novidades na investigação e tem indicado que ontem sobre/em relação a a uma do meio-dia teve lugar a recriação com a participação de «a maioria dos efetivos».

No entanto, não tem podido confirmar se também se contou com a presença do agente que supostamente realizou o disparo mortal, embora supõe que sim. O réu morreu no hospital São Pedro de Alcántara, onde foi evacuado em estado «crítico» após receber/acolher uma ferida de bala no tórax após ser localizado pelos agentes, segundo recolhe/expressa Efe.

O Tribunal de Instrução recebeu já o relatório/informe policial da Guardia Civil e a Polícia Nacional sobre/em relação a o sucedido na sexta-feira passada quando um preso que se tinha dado à fuga resultou morto de um disparo no tórax realizado por um agente que participou no operacional/operativo de busca. Bote pediu «paciência» para esclarecer os factos/feitos e tem desmentido algumas das informações que têm aparecido sobre a situação laboral do agente implicado no acontecimento. «Estão saindo notícias na imprensa que não são certas e rogaria que se respeitasse a investigação», disse, ao passo que reiterou que «teve vários disparos» mas «a imensa maioria» foram ao ar para intimidar o réu fugido.

«O que aconteceu depois ninguém o sabe», sublinhou. «As investigações seguem/continuam e quando possamos dizer-vos notícias irrefutáveis e claras sairemos e as diremos», insistiu Bote que acrescentou que o que aconteceu é «um facto/feito pontual» já que, segundo os últimos dados de criminalidade, «Cáceres é a cidade mais segura de Espanha».

Em matéria de acontecimentos, também teve vazio ontem para referir-se ao roubo da pistola do chefe da policia municipal de Cáceres. Quinze dias depois de/após acontecer a subtração em seu próprio gabinete junto à caixa forte onde se encontraba, segue/continua sem aparecer o arma e também não há detenções, apesar de que, segundo insistiu o vereador de Seguridad Ciudadana, Rafael Mateos, há sistemas de gravação por câmaras e as fitas se estão revendo «a tempo real».

Mateos, que segundo recolhe/expressa Europa Press, insistiu em que a investigação a está levando a cabo a Polícia Nacional, assegurou que duas semanas é um tempo «normal/simples» para uma investigação deste calibre. «Tenho tranquilidade porque a chefatura da Policia Municipal está bem custodiada e sabemos quem entra e quem sai porque há câmaras que o gravam», disse o vereador responsável da Policia Municipal, quem assegurou que tem «a confiança de que mais cedo que tarde se resolva este assunto».

A perguntas dos meios sobre/em relação a se se tem adotado já alguma medida de segurança nas dependências policiais após o sucedido como a colocação de {armeros} ou de cartões de identificação para aceder ao prédio, Mateos indicou que, por enquanto, «tudo continua na mesma» e explicou que não se levaram a cabo nenhuma destas melhorias mas que «se trabalha em isso».

«Não me cabe nenhuma dúvida de que o assunto se resolverá», enfatizou Mateos, que {insistióen} que as investigações seguem/continuam seu curso. «Quando se esclareça tudo, a Polícia Nacional fá-lo-á público e somos os mais interessados em que isto aconteça», enfatizou.

Cabe {recordar} que esta mesma amanhã o subdelegado do Governo em Cáceres, José Carlos Bote, confirmou que «é certo que teve uma chamada» à Policia Municipal duma pessoa que «parecia que tinha visto a outra pessoa dando uma série de golpes à caixa que se tinha encontrado» nos arredores das dependências próximas à estação de {Renfe}.

Bote recordou que é a Polícia Nacional a que leva a investigação sobre/em relação a este caso, que está «em marcha» na atualidade e da que não têm mais dados, concluiu. A Polícia Nacional de Cáceres está investigando o roubo do arma regulamentar do chefe da Policia Municipal da capital cacerenha, Benedicto Cacho, que desapareceu entre o 23 e o 26 de Fevereiro junto à caixa forte que a continha que estava no próprio gabinete do inspetor.

Segundo disse nessa altura Bote «não se descarta nenhuma hipótese», pelo que a investigação continua adiante para dar com o paradeiro do arma, da munição e o carregador que também desapareceram e, sobretudo, para identificar e deter ao autor ou autores dos factos/feitos.

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