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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 14 de novembro de 2018

Os táxis cacerenhos terão {datáfonos}, um controlo anual e mais zelo em sua imagem

Os carros não superarão os 12 anos e os táxis poderão pedir {permutas} e licenças sem vencimento de 1 a 5 anos. A ordenança, que se atualiza após 26 anos, regula tarifas, licenças, publicidade, exames e veículos

LOLA LUCEÑO
11/06/2018

 

El sector cacerenho do táxi se adapta aos novos tempos. Era necessário. A última ordenança não se tocava desde há 26 anos e neste período mudaram muitas coisas. Tinha que pôr ordem/disposição nalguns aspetos, atualizar outros e estabelecer com clareza os critérios para a concessão de licenças e certos afastados. El novo texto regula a possibilidade de {permutas} e licenças sem vencimento, obriga a levar {datáfonos} para permitir o pagamento com cartões, impõe um certo decoro na vestimenta dos condutores, {racionaliza} a publicidade dos veículos (às vezes excessiva), estabelece revisões anuais dos táxis e programa exames trimestrais para obter a autorização de taxista, entre outros avanços.

No fim se tem {gestado} um articulado que satisfaz às diferentes partes, sobre/em relação a um rascunho/esboço/minuta redigido pela Policia Municipal, completado com as contribuições dos técnicos municipais e negociado ponto por ponto com o sector. Nova ordenança... e novo espírito entre os táxis, que desde há apenas duas semanas também trabalham já unidos baixo/sob/debaixo de uma só associação, Rádio Táxi, cinco anos depois de/após perder essa consonância. «Resulta positivo para a cidade, para os clientes, e para que emprestemos o melhor serviço possível», explica Vicente Mendoza, presidente do coletivo. É que o novo texto também lima as diferenças lógicas de interesses entre os proprietários das 75 licenças existentes em Cáceres e os condutores assalariados.

POR UNANIMIDADE / Após sua aprovação por unanimidade no plenário/pleno municipal no passado 17 de Maio, e sua publicação no Boletim Oficial da Província o 23 de Maio, a nova Ordenança Reguladora do Serviço de Táxis se submete atualmente a um período de exposição pública durante 30 dias. Se não se produzem alegações, ficará definitivamente aprovada. «Levamos anos com um regulamento obsoleta, agora teremos outra atualizada que nos situa no tempo real e que recolhe/expressa aspetos demandados e reclamados desde há anos pelo sector», declara o presidente da associação.

«Todos os táxis deverão levar {datáfono} para poder/conseguir receber com cartão. Até agora era voluntário mas {consideramos} que na atualidade trata-se de uma ferramenta básica», matiza/precisa o vereador de Policia Municipal e Segurança, Rafael Mateos, responsável de conseguir um consenso para levar a ordenança a bom porto. Também, se regula a programação de exames para a obtenção do autorização municipal de condutor de táxi, que se celebrarão cada três meses. As provas {versarán} sobre/em relação a as ruas de Cáceres, lugares de interesse/juro, organismos, itinerários mais diretos para chegar de um ponto a outro, regulamento de trânsito.... Os candidatos/candidatas devem carecer de cadastro criminal e não padecer doença {infecto}-contagiosa ou impedimento que dificulte o exercício de seu trabalho.

«Também {estableceremos} uma série de inspeções aos táxis que se realizarão com carácter anual por parte do pessoal da Policia Municipal, que passará revisão a estes veículos para verificar que cumprem o regulamento, que seus elementos estão em bom estado e que não se têm modificado as condições técnicas e características dos carros inscritos a cada licença», detalha o vereador.

LIMITE AO CO2 / É que a nova ordenança precisa os diversos aspetos que têm de cumprir os táxis: não poderão ter uma antiguidade superior a 12 anos; suas emissões não excederão os 160 g/{km} de CO2; não deverão ter uma potencia inferior a 9 {HP} fiscais; e se delimitarão os elementos publicitários a instalar nos veículos, que só/sozinho poderão ir em a vidro traseiro (grupo/ponta de 10 cm.) e nas portas traseiras.

«Há outros aspetos inovadores, entre eles se recolhe/expressa a procura do sector de poder/conseguir {permutar} licenças. Por exemplo, das 75 concedidas em Cáceres, 65 são convencionais e 10 de veículos adaptados a pessoas com limitações físicas; agora se possibilitará uma mudança duma por outra sempre que exista acordo. De facto já houve propostas que não se têm podido atender por não estar contemplada a {permuta} na ordenança», explica Rafael Mateos. Também se contempla a licença sem vencimento na prestação do serviço, por um prazo mínimo de um ano e máximo de cinco, sempre que estas situações não afetem a 5% da frota total de veículos. «Uma {permuta} entre companheiros, uma licença sem vencimento... São direitos habituais noutros trabalhos que devíamos incorporar», indica o presidente.

NEM CHINELOS DE PRAIA NEM {CHANDAL} / Além disso, a ordenança recolhe/expressa um aspeto que foi recentemente notícia nos meios nacionais por sua novidade em Barcelona, mas que em Cáceres se estava tramitando desde há oito meses: a regulação do aspeto e a boa imagem do taxista. «As camisas ou t-shirts deverão ser sempre com mangas, e deverá utilizar/empregar-se calças longas que não seja desportivo. Em nenhum caso se permitirá fato de treino, calças curtas, nem chinelos de praia, devendo utilizar/empregar um calçado adequado e seguro para a condução do veículo», recolhe/expressa o artigo 61. «Os condutores deverão cuidar sua indumentária, mantendo-a em perfeito estado de limpeza, e seu asseio pessoal será o correto», acrescenta a ordenança.

«El decoro é importante, falamos de um serviço público», afirma o vereador. «Temos de dar uma boa imagem, somos uma cidade Património da Humanidade», rubrica o presidente, Vicente Mendoza, quem acrescenta que Rádio Táxi já tem desenhado pólos e camisas em cores brancas e negros, com o emblema discreto da associação. «Estamos conformes com os novos controlos, com a indumentária... El táxi não tem nada que ocultar, ao contrário, queremos que o público sinta/senta a máxima confiança até o serviço», afirma Mendoza.

A ordenança também tem conseguido aproximar posturas entre os titulares de licenças (75) e o pessoal assalariado do sector (35). Era o ponto mais complexo, dado que as necessidades duns e outros às vezes são contraocasos. «Embora não se tenha satisfeito às duas partes a cem por cento, acreditamos que a grandes traços sim houve um acordo», indica o vereador. El ponto mais conflituoso era a concessão de novas licenças. A ordenança afirma que sua adjudicação se realizará «a favor dos condutores assalariados e/ou autónomos/trabalhadores independentes colaboradores que emprestem serviço em Cáceres com plena e exclusiva dedicação na profissão (...) e com uma antiguidade mínima de um ano». Se fará «por rigorosa e continuada antiguidade na prestação do serviço».

CRITÉRIOS PARA LICENÇAS / Além disso, a ordenança incorpora como novidade «uma série de critérios objetivos para que esta corporação ou futuras corporações valorizem a necessidade de criar novas licenças, pela situação do serviço e a qualidade do mesmo, pela extensão e crescimento dos núcleos de população...», detalha o vereador. Influirão factos/feitos como, por exemplo, a abertura do novo hospital de Cáceres ou a construção de futuras condomínios. «Nestes procedimentos participarão sempre os titulares de licenças e os assalariados», resume Mateos. Hoje «não há nenhuma decisão tomada sobre/em relação a o aumento de licenças», confirma o vereador.

«Em definitiva, temos conseguido regular/orientar os horários, os descansos, a publicidade, o tipo de veículos... em consenso entre titulares de licenças e assalariados, que são os filhos do corpo, irmãos e companheiros», conclui Vicente Mendoza.

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