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O SES propõe aos MIR contratar a um médico para melhorar a supervisão

Os residentes vão continuar em greve até amanhã, quando comunicarão à Sanidade se a desconvocam. Começará a trabalhar após a ponte de Dezembro e somar-se-á à reorganização do serviço de Urgências

 

Os Médicos Interno Residentes (MIR), ontem a seu bilhete à reunião na gerência da área de saúde. Estiveram apoiados por seus companheiros/colegas. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO
03/12/2019

Tiveram de dar início a uma greve para conseguir parte de suas reivindicações. O Servicio Extremeño de Salud (SES) ofereceu ontem aos Médicos Interno Residentes (MIR) contrarar  um médico mais para melhorar a sua supervisão, que se incorporará a trabalhar o 11 de Dezembro. A proposta se oferta justo o dia no qual os residentes cumpriam sua sexta jornada de mobilizações. Conseguiram aproximar posturas mas, por enquanto, os MIR mantêm ativa a greve. Pelo menos até amanhã quarta-feira, quando voltarão a reunir-se com o SES para comunicar-lhe se aceitam este novo oferecimento e decidem desconvocá-la. Primeiro valorizarão esta nova alternativa entre tudo o comité de greve mas, a priori, a ideia é fazer marcha atrás às concentrações.

Segundo uma primeira valorização, os MIR consideram que com a incorporação de um junto mais à plantel soluciona-se parte desta falta de supervisão que reivindicam. Tal como denunciaram, devido à falta de pessoal, aos juntos resulta-lhes complicado rever todos os diagnósticos que realizam estes residentes. A isto se une que a consulta das Urgências pediátricas estão atendidas por um MIR e não por um médico titular. As dúvidas que lhes surgem as resolvem os juntos que atendem as Urgências gerais, sempre que possam porque o pessoal está saturada.

Esta nova contratação somar-se-á à reorganização do plantel que pôs-se em marcha no domingo passado, que permitirá ter disponível a um médico titular mais neste serviço. Isto é, depois do feriado da Constituição terá dois trabalhadores mais em Urgências, um que ocupará um posto de nova criação e outro que já pertence ao plantel. Estarão ou no São Pedro de Alcántara ou no novo hospital , segundo as necessidades do serviço.

Pediam três médicos mais / Os MIR solicitavam três novas contratações. Por enquanto têm conseguido uma mais com o acordo, segundo afirmou ontem o gerente da área de saúde, Juan Carlos Escudeiro, de contratar a duas pessoas mais nuns meses. «Encontrámos agora um pequeno remanescente de final de ano que permitiu contratar a outra pessoa que vem a reforçar o pessoal e as {planillas}», insiste Escudeiro. O documento recolhe/expressa além disso a obrigação de que os residentes de primeiro ano (R1) de Pediatria tenham um junto a sua disposição em todos os turnos.

Comprometeu-se também a contratar a dois médicos mais nuns meses, mas sempre e quando os orçamentos o permitam e encontrem facultativos disponíveis. «Se {encontrar-mos dois facultativos mais poderíamos adiantar sua contratação mas, hoje, não posso assegurar que tenha facultativos dispostos a vir», acrescenta o gerente da área.

Os MIR estimam que com esta proposta se ponha solução aos seus problemas a médio prazo: «Se podem paliar por agora os problemas, embora há coisas que temos de solucionar ainda», esclareceu Fernando Cáceres, MIR de quarto ano. Sua ideia, em princípio, é acabar a greve: «Não é agradável estar de greve, queremos seguir trabalhando e formando. Para além de que em Urgências estão suportando mais carga/carrega assistencial trabalhando mais», insistiu.

Devido ao desemprego no Servicio Extremeño de Salud (SES) se tem visto obrigado a reforçar a área de Urgências para garantir a assistência. Durante o passado fim-de-semana trabalhou um médico mais as 24 horas e durante a tarde de ontem se requereu também a um junto mais de guarda. Os MIR advertem de que estes reforços não fazem mais que confirmar a falta de pessoal, que se supre com o estreitamente dos residentes.

O gerente da área de saúde de Cáceres adverte de que não terá mais propostas. «Não vai-se a oferecer nada mais porque não posso oferecer nada mais», esclareceu, fazendo referência a que incorporar hoje a mais facultativos é impossível por falta de orçamento.