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O SES põe quase dez camas mais de {UCI} no novo hospital

Também tem colocado biombos protecionismos na zona de admissão e na área de {Otorrino}. Estavam disponíveis, à falta de instalar os {cabeceros} aos que vai conetado o oxigénio

 

Uma imagem de arquivo da Unidade de Cuidados Intensivos do hospital Universitário. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO
09/06/2020

El área de saúde de Cáceres foi a mais castigada pela pandemia do coronavirus, com mais da metade dos falecidos registados em toda a região (até ontem 269). Em poucos dias se colapsou a Unidade de Cuidados Intensivos ({UCI}) do hospital São Pedro de Alcántara, com doze camas, o que tornou necessário transferir a mais pacientes à {UCI} do Universitário; apesar de que num princípio os planos só/sozinho contemplavam a utilização da unidade do São Pedro de Alcántara para o {covid}-19. Teve um momento em que se ocuparam os 27 postos de {UCI} entre os dois hospitais (o Universitário tem 15), mais algumas camas duma Unidade de Curta Estadia ({UCE}) localizada também no Universitário.

Esta Unidade de Curta Estadia, que tem espaço para dez pacientes, se estreou com o coronavirus mas se adaptou para que funcionasse como uma {UCI}, atendida por {intensivistas} e anestesistas. Por outro lado, ao início apresentava alguns problemas porque estava incompleta. Um deles era que as camas careciam ainda de {cabeceros}, necessários para a canalização de gases, entre os que se encontra o oxigénio. Quando abriu-se a unidade teve que improvisar-se, até que se procedeu à aquisição dos {cabeceros} para conseguir que o espaço fora o mais seguro possível. Chegaram em finais de Abril embora até faz uns dias não se fez público o processo de licitação ao ter estado suspendidos os prazos administrativos devido ao Estado de Alarma.

Foram adquiridos à empresa {Air} {LiquidHealthcare} e tem costado ao Servicio Extremeño de Salud 93.914 euros. Sua instalação «permite realizar conexões (de oxigénio) sem pôr em risco o funcionamento da {UCI}», detalha o SES na memória justificativa da licitação. E explica também a razão pela que não se publicou antes esta compra: «A gerência da área de saúde de Cáceres deve atuar de maneira imediata por causa de acontecimentos catastróficos, de situações que suponham grave perigo ou de necessidades que afetem à defesa nacional, como é o caso da pandemia do {covid}-19. Para isso, o órgão de contratação, sem obrigação de apresentar processo de contratação, poderá ordenar a execução do necessário para remediar o acontecimento produzido».

SUPRIMIR ESPAÇOS ABERTAS / Por outro lado, o SES também tem tido que preparar algumas dependências do novo hospital para garantir a segurança na {cirisis} sanitária. El novo complexo hospitaleiro foi construído de tal forma que facilitasse a comunicação entre os sanitários e os pacientes pelo que se dotou de espaços abertas. Esta filosofia tornou-se no principal inimigo do coronavirus, que exige distâncias de segurança para previr os contágios. Por esta razão foi necessário proteger aos sanitários e aos usuários nas zonas onde mais contacto têm e onde, devido à forma na qual está construído o hospital, era impossível manter a distância de segurança.

Assim, foi necessário instalar biombos de metacrilato nas duas zonas de admissão, uma localizada na bilhete principal do edifício e a outra em Urgências. Também se têm colocado no serviço de {Otorrino}, um área com muitas particularidades onde também se fazia necessário «garantir a segurança dos profissionais que emprestam seus serviços», explica o Servicio Extremeño de Salud em sua memória justificativa. Trata-se de um contrato menor e sua aquisição tem costado 3.190 euros.