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Salaya: «Esperamos voltar de {Nepal} com o projeto do centro budista fechado»

Os promotores do templo visitarão Cáceres no primeiro trimestre de 2020

 

O promotor espanhol do centro budista, José Manuel Vilanova (à esquerda), numa vista à Índia. - EL PERIÓDICO

G. GUERRA epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
05/12/2019

Esperamos voltar de {Nepal} com tudo fechado». Nestes termos pronunciou-se esta quarta-feira o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, sobre/em relação a o futuro do projeto do centro budista na cidade. Em declarações aos meios, o regedor municipal insistiu em que todas as negociações apontam a que se o projeto se materializa finalmente em Espanha «fá-lo-á em Cáceres». Para isso, uma delegação conformada pelo próprio presidente da Câmara Municipal, o vereador de Turismo, Jorge Villar, e a conselheira de Cultura, Nuria Flores, viajará a {Lumbini}, lugar de nascimento de {Buda}, a segunda semana de Janeiro para reunir-se com empresários e coletivos e ratificar assim o acordo para instalar-se na capital cacerenha. Não fará parte da expedição o presidente, Guillermo Fernández Vara.

Por seu lado, os impulsores da Fundação {Lumbini} {Garden}, visitarão Cáceres no primeiro trimestre de 2020, após a viagem institucional previsto pelas autoridades extremenhas. Em declarações a Efe, o principal promotor em Espanha do projeto, José Manuel Vilanova, confirma que nesta visita estarão presentes a equipa do professor budista {Rinpoche} {Shyalpa}, quem lidera a iniciativa, e {Madame} {Zhao}, a grande impulsora do projeto desde/a partir de {Hong} {Kong}. Precisamente, nesta cidade se apresentou este fim-de-semana o santuário de paz «{Mahashiddha}» para a cidade nepalês de {Lumbini}, onde a tradição budista estabelece a berço de {Buda}, com uma arrecadação de fundos com personalidades empresariais, culturais e artísticas de {Hong} {Kong}. «Estão valorizando o projeto para localizá-lo em Cáceres. Em princípio lhes tem gostado, mas têm que vir a ver a zona», põe de relevo o promotor espanhol.

Cabe {recordar} que o projeto contempla a criação do maior/velho templo do mundo, até agora só/sozinho há um único exemplo no mundo de algo assim, está em {Hong} {Kong}. Segundo anotou o promotor a este diário/jornal sua construção duraria de 5 a 7 anos. À parte do templo, contará com um {buda} gigante de 34 metros de altura e 250 toneladas, e as relíquias originalíssimas do monge, dadas pelo Governo de {Nepal}. Além disso, terá uma {estupa} de paz, jardins, sala de yoga e um mosteiro para vinte monges. Estaria financiado integramente por iniciativa privada, «investimento asiático» para potenciar a multiculturalidade e trabalhar pela paz entre Europa e Ásia, num princípio duns 25 milhões de euros, e cuja principal fonte seria {Alice} {Chiu}, empresária e «benfeitora mundial» e «uma das maiores/ancianidade fortunas de {Hong} {Kong}». «O importante é que {Alice} {Chiu} o veja bem, se o vê bem, o projeto está fechado. Ela é a grande chave», conclui {Villanova}.