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Salaya confirma que o projeto do templo budista segue/continua adiante

O regedor augura «uma recuperação rápida», o 19 quer abrir as piscinas e ainda não há zona azul. O presidente da Câmara Municipal assegura «que continua em pé», embora dar data «neste momento é dificílimo», diz

 

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
09/06/2020

Terceira fase da {desescalada} em Cáceres e o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, estava ontem especialmente otimista sobre/em relação a as perspectivas económicas da cidade. Predisse «uma recuperação económica» que centrou na abertura de Mercadona e H&M no Centro Comercial Ruta de la Plata, o ‘{ok}’ a cinco plantas fotovoltaicas e o centro budista. Deste último projeto assegurou que «segue/continua em pé. Houve um paralisação nas viagens por este período, mas segue/continua adiante».

Isso se, o mandatário municipal não pôde dar datas, porque dadas as consequências que acarreta a pandemia «isso é dificílimo». A última vez que se soube desta iniciativa foi em Fevereiro. Nessa altura, a Câmara Municipal estudava até três terrenos para ceder-los à Fundação Lumbini Garden com o objetivo de levantar na capital o templo budista maior do planeta. De facto, um deles foi visitado pelo presidente desta instituição, José Manuel Vilanova. Nem ele nem a Câmara Municipal quiseram revelar nessa altura de que parcelas se tratava (todas elas municipais, em princípio de chão rústico, de entre 15 a 20 hectares).

Nessa época as negociações iam bem. Vilanova estava em {Birmania}. Ali, {Yangón}, a antiga capital, acolheu o ato de bênção duma réplica do {Buda} de 40 metros que prevê instalar-se em Cáceres. Era uma peça de 2 metros de altura, esculpida em {jade} e valorizada em 300.000 euros, que se depositará no lugar onde se levante o templo e que estará ali durante toda sua construção.

O ato o organizou a Câmara de Comércio de {Magwya}, cuja presidenta é também a presidenta da Associação Budista de {Birmania}. A ele foram igualmente os ministros de Turismo e Religião do governo {birmano}, bem como o embaixador de Nepal e destacados empresários.

A cerimónia esteve presidida por {Sitagu} {Sayawa}, máxima autoridade religiosa de {Birmania} e um dos cinco maiores/ancianidade gurus budistas do mundo, «ao nível de um Dalai-lama», destacou em Fevereiro Vilanova. «Este monge budista -que por certo manteve encontros com importantes autoridades do mundo como o ex-presidente americano Barack Obama- tem mais autoridade que a presidenta do governo», relatou naquele momento o emissário espanhol.

Vilanova deixou claro que a cerimónia implicava o apoio económico do governo de {Birmania} e dos monges ao projeto de Cáceres, cifrado em 25 milhões de euros. «O clero {birmano} tem fundos suficientes para levantar o edifício. Podem patrociná-lo completamente e estão valorizando fazê-lo na sua totalidade, por isso a comunidade religiosa quer ver um projeto de paz, não de discórdia. Daí a importância de que todos os políticos cacerenhos estejam de acordo ou, caso contrário, a iniciativa se irá a outro lugar e se {esfumará}», sentenciou.

Mas o coronavirus o deteve tudo. Tanto/golo é por isso a viagem que {Sitagu} {Sayawa} previa realizar a {Càceres} em Abril se suspendeu. A intenção era participar numas jornadas que sob o título ‘Ética e paz’ organizava a Fundação Lumbini e que iam a celebrar no Hotel Dom Manuel. Não obstante, as conversações não têm desempregado/parado neste tempo. De facto, em plenário/pleno confinamento o presidente da Câmara Municipal anunciou a chegada de máscaras procedentes de Nepal, com Vilanova como intermediário. Finalmente, problemas aduaneiros impediram o transferência.

AGILIDADE / Salaya insistiu ontem em que a agilidade da administração na concessão de licenças vai ser fundamental. «Queremos ser uma câmara municipal que vá ganhando fama de ser muito ágil nos autorizações, porque isso vai a supor a criação de muitos postos de trabalho».

O dirigente socialista referiu-se a outros aspetos que moverão a economia da cidade a partir de agora, entre eles a possibilidade de abrir pubs e discotecas de A Madrila, que deverão reinventar-se; e a campanha de 240.000 euros que projeta o Grupo de Cidades Património da Humanidade e que suporá a realização duma campanha de promoção para atrair turistas de Sevilla, Madrid e Valência.

Tudo isso enquanto a Câmara Municipal prepara a abertura das piscinas o 19 de Junho. Por enquanto, não se apresenta retomar a zona azul.