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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

{Salaya} centra na descida de turistas sua crítica ao governo de Nevado na Câmara Municipal

Assegura que 2017 foi o ano da coalizão de governo entre PP e Ciudadanos. Se apoia na estatística do INE que atira uma perda de turistas nacionais

JOSÉ LUIS BERMEJO
13/01/2018

 

El grupo municipal socialista fez ontem balanço do último exercício. Seu porta-voz, Luis Salaya, dedicou parte de sua intervenção ao turismo e à descida que se produz no número de viajantes segundo os dados estatísticos do INE. «Longe de a realidade idílica que apresenta a presidenta da Câmara Municipal, a verdade é que Cáceres perde fole», assegurou Salaya, que recordou que apesar dos dados que possa oferecer agora o governo local para neutralizar os do INE, os operadores de turismo se guiarão pela informação do instituto/liceu de estatística e «não pelos dados que o governo elabore a medida».

El porta-voz socialista insistiu em que a informação do INE tem que «fazer-nos refletir sobre/em relação a que se está a fazer» e sublinhou que o governo local não dota ao serviço de Turismo do suficiente número de trabalhadores e orçamento, insistindo em que conta com menos pessoal que outras câmaras municipais com menos população. «Temos bons profissionais no sector, mas a Câmara Municipal o está lastrando e faz com que Cáceres se fique atrás», assegurou o porta-voz do PSOE.

Salaya se apoiou ontem na sondagem do INE. Em seu estudo de ocupação hoteleira (na secção de viajantes e dormidas em pontos turísticos), o instituto/liceu quantifica em 267.867 os visitantes que estiveram em Cáceres no ano compreendido entre Dezembro de 2016 e Novembro de 2017. São 5.300 menos que os registados no mesmo intervalo do período anual anterior. Também descem as dormidas em 12.300. Segundo esta informação do INE, é o turismo nacional o que baixa, enquanto o internacional, que tem menos peso sobre/em relação a o global, sobe em visitantes e dormidas.

PERNOITAR / Em seu balanço anual, que ofereceu na quarta-feira passada, Nevado assegurou que o número de visitantes «aumentou segundo os primeiros análise do serviço de Turismo». E acrescentou que o INE não tem acesso aos dados dos visitantes que passam pela cidade e não pernoitam. A presidenta da Câmara Municipal insistiu em que temos de distinguir entre dormidas e turistas que dormem em alojamentos, que são os que quantifica o INE, e os visitantes que passam pela cidade e cujos dados se registam na posto de turismo.

Salaya deu ontem mais valor às dormidas e aos dados dos alojamentos que aos recolhidos em postos de turismo ou centros municipais, «um mesmo turista que entre num museu e depois na posto de turismo pode estar contabilizado duas vezes». Reiterou que um dos problemas é que «temos muitos visitantes em comparação com os turistas -{-} os que pernoitam-, necessitamos mais noites de estadia».

Quanto à relação entre os partidos, o porta-voz socialista assegurou que 2017 foi um ano marcado «pela nova coalizão de governo de facto na Câmara Municipal», uma união formada por PP e Ciudadanos, jogo/partido que «governa com Elena Nevado com efeitos nefastos para a cidade».

Relacionado com o anterior, Salaya afirmou que 2017 «não foi um ano fácil» porque «a tensão política nacional se transferiu a todos os níveis», acrescentando que «a boa relação entre o jogo/partido de {Albert} Ribeiro e o PP se transferiu à Câmara Municipal». PP e {Cs} alcançaram em 2017 um novo acordo que permitiu aprovar os orçamentos de 2018.

Assegurou que o aproximação entre {Cs} e PP no último ano e meio tem impedido que «a oposição/concurso público possa trabalhamos/trabalhámos de forma construtiva em seu conjunto/clube como ao início da legislatura».

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