Menú

El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

O {rol} tradicional da mulher no lar se mantém em Cáceres, segundo um estudo

Umas 300 pessoas participaram em sondagens, debates e um questionário. Há agressões por homofobia e diferenças de género no emprego, desporto e universidade

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/03/2020

 

O escritório de igualdade e violência de género tem elaborado um relatório/informe sobre/em relação a a perspectiva de género na cidade. Trata-se do primeiro diagnóstico destas características e que sentará as bases do segundo plano de igualdade municipal, que já se está elaborando e que terá vigência até ao 2023. A análise, que foi apresentado ontem pela vereadora da Mulher, María José Pulido, se tem baseado na realização de entrevistas individuais, grupos de debate e de estreitamente e um questionário pendurado na web da Câmara Municipal. Obrigada/obrigado participaram umas 300 pessoas.

De tudo isso se extrai que na cidade se deram passos importantes mas continua existindo essa brecha de género. Assim, as pessoas que participaram no mesmo deixaram constância de que em Cáceres se mantêm os {roles} tradicionais, isto é, a mulher segue/continua carregando com tudo (as licenças sem vencimento por cuidado de filhos estão {copadas} por mulheres). Também permanecem os estereótipos sexistas em âmbitos como o universitário ou o desportivo e se tem detetado que as políticas de igualdade não chegam da mesma maneira a coletivos com necessidades especiais, como podem ser pessoas com deficiência, ciganas ou migrantes.

O relatório/informe revela também que os principais fatores de vulnerabilidade da mulher na cidade som «a pobreza e a precariedade laboral», que subsistem as dificuldades para aceder ao emprego em condições de igualdade, que continua a brecha digital, as desigualdades nas empresas e as diferenças no desporto. E que não cessa a violência de género, que agora se fez mais visível. Além disso neste estreitamente se tem posto de manifesto que na cidade se registaram casos de agressões por homofobia (no passado ano teve três e em 2018, cinco).

OS AVANÇOS / No análise se põem a manifesto os avanços que se conseguiram. Entre outras coisas os participantes no relatório/informe têm observado a incorporação das diversidades, embora de maneira insuficiente, que se tem avançado na participação das pessoas {LGTBI}, de mulheres com alguma deficiência, ciganas, migrantes, maiores/ancianidade, meninas,… Também se evidencia um aumento da implicação dos homens na luta pela igualdade e contra a violência de género, o incremento das mulheres em trabalhos tradicionalmente {masculinizados}, apesar de que se mantém a discriminação em matéria de emprego (este estudo revela por exemplo que, apesar de que há homens menos formados que as mulheres, eles têm uma maior/velho taxa de ocupação).

O objetivo é conhecer a realidade das mulheres e da igualdade na cidade e, por outro lado, saber quais som os recursos que atualmente estão a disposição da cidadania, bem como as políticas que se desenvolvem nesta matéria a nível não só/sozinho municipal mas autonómico e nacional.

As notícias mais...