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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Rodríguez Lafuente: «Cáceres é uma metáfora de história e cinema»

No artigo o vencedor revê os filmes e séries filmadas na cidade

EUROPA PRESS caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
14/02/2020

 

O professor e crítico literário e cinematográfico Fernando Rodríguez Lafuente, vencedor do XII Prémio Internacional de Jornalismo da Fundação Mercedes Calles e Carlos Ballesteros considera que Cáceres «é uma metáfora» da história, do património artístico e do cinema, já que se trata duma cidade «eterna» que não tem explorado suficientemente seu potencial turístico como platô de rodagem.

Lafuente, que ganhou o Prémio ‘Cidade de Cáceres’ pelo artigo intitulado ‘Cáceres e o cinema’ publicado no jornal ABC o 23 de Novembro do ano passado, acredita que o centro histórico cacerenho, declarado Património da Humanidade, bem poderia ser o cenário para gravar uma série baseada em Miguel de Cervantes ou  Lope de Vega.

O vencedor recolheu ontem o prémio numa gala na sede da fundação, dotado com 15.000 euros. O objetivo do certame é difundir os atrativos de Cáceres e premiar ao melhor artigo ou reportagem em imprensa escrita relacionado com a cidade e que «pusesse de relevo seus valores sociais, culturais, artísticos ou monumentais», segundo disse a presidenta da fundação, María Justina Guisado, que apresentou de manhã ao vencedor junto ao padroeiro Conrado Gómez.

No seu artigo o autor faz um revisão dos personagens que protagonizaram os filmes filmados em suas ruas e praças como A Celestina, A Lozana Andaluza ou Santa Teresa. As suas pedras as pisou Ridley Scott, Gerard Depardieu, Maria Rosário Omagio, Paz Vega, Maribel Verdú ou Gerardine Chaplin, e se filmaram cenas de mitológicas séries de televisão como ‘Jogo de Tronos’.

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