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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

A renovação de Virgem de Guadalupe se prolongará oito meses

A obra se iniciará após o verão e não se cortará o trânsito durante sua execução. O bulevar se descartou e se deixam os setenta arrumadores dos laterais

JOSÉ LUIS BERMEJO
13/06/2018

 

El Câmara Municipal tem tirado a concurso a renovação da avenida Virgem de Guadalupe, no troço entre as ruas Viena e {Gil} {Cordero}. El orçamento é de 576.000 euros e o prazo de execução é de oito meses, segundo a memória do projeto que faz parte do caderno de encargos técnicas da licitação. A solução, que o governo local apresentou no passado mês de Fevereiro, é a de manter dois faixas de rodagem de circulação/trânsito em cada sentido do trânsito, os 70 estacionamentos laterais e acerados mais largos.

Na solução adotada para a reforma da avenida se descarta a recuperação de um bulevar central e se retiram 78 árvores. Vão a transplantar 45, dos que seis «se {reubicarán} nos {alcorques} vazios da avenida e o resto irão a uma zona habilitada/tesoureira» que determine a Câmara Municipal, segundo se indica no anexo de jardinagem do folha treinador. Ficarão {acacias}, que deram nome a esta via, nos laterais onde estão os acerados e desaparecerão do centro da avenida, onde se deixará uma mediana de 4,40 metros de largo com as palmeiras que há agora e nova vegetação {arbustiva} e floral.

El prazo para a apresentação de ofertas para a execução das obras finaliza o 28 de Junho. A baixa económica e a melhoria do mobiliário urbano que se propõe no projeto são os critérios de adjudicação que mais pontuam e que decidirão que empresa fará a reforma.

OFERTAS / As obras se iniciariam após o verão. Em Julho se terão que estudar as ofertas que se apresentem e em Agosto poderia ter proposta de adjudicação para que a empresa acredite a sua oferta e se firme/assine o contrato. Como muito cedo será na segunda quinzena de setembro quando se poderiam iniciar/dar início os trabalhos.

Para a execução da reforma se programam três fases e se descarta desviar o trânsito, que se manterá durante a realização das obras. Na primeira fase se construirá a nova mediana. Na segunda se reporão os acerados, que nos pares da avenida terão um largo de 4,5 metros, enquanto nos ímpares serão de 4 metros de largo. Na terceira se renovará a calçada, primeiro a dos estacionamentos laterais, posteriormente a do faixa de rodagem central e por último a do faixa de rodagem mais próximo à mediana. Só/sozinho estão previstos «cortes de circulação/trânsito momentâneos» para a entrada de camiões e maquinaria, segundo se detalha no anexo do folha sobre/em relação a as soluções para o trânsito.

No projeto se elimina a mudança de sentido que agora há na confluência entre a avenida e a rua Santa {Joaquina} de {Vedruna} e se desenha um faixa de rodagem de incorporação para os veículos que acedem desde Santa {Joaquina} de {Vedruna} em direção à rua {Gil} {Cordero} e a avenida Ruta de la Plata. El projeto o tem redigido a empresa {Aquaducto} e é a segunda investimento por montante que adjudica neste ano a Câmara Municipal, a primeira é o alargamento do parque do Príncipe. Quanto ao novo mobiliário urbano para a avenida, no projeto se propõe a instalação de oito bancos de ferro fundido e dois artísticos de granito parecidos aos que se colocaram a ambos lados da rua São Pedro de Alcántara. Também se projeta uma renovação completa da iluminação da avenida.

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