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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

O quiosque da sorte

O posto de imprensa de Carmina e José Carlos leva em pé meio século em Antonio Hurtado e ontem repartiu 75.000 {€} do segundo prémio e tornou-se no único lugar condecorado do sorteio na região

G. G.
07/01/2019

 

La fortuna de O Menino só/sozinho sorriu ontem a um ponto na Extremadura: o quiosque de Carmina e José Carlos Mellado. Um quiosque «de toda a vida». O posto de imprensa e lotarias da esquina de Antonio Hurtado e Sánchez Manzano quebrou a maldição do sorteio que nos últimos anos esquiva à província e repartiu ontem um ‘beliscão’ de 75.000 euros do segundo prémio. Embora num primeiro momento se especulou que pudessem ser dois, após as comprovações com a central de lotarias, só/sozinho resultou condecorado um único décimo do 61776 e se vendeu por máquina.

«¡O tem vendido Carmina!», felicitavam os vizinhos/moradores do bairro que ontem, Dia de Reis, se surpreendiam ao passo pelo quiosque. O negócio que leva em pé mais de meio século em Cáceres e primeiro pertenceu a um familiar de José Carlos Mellado, o atual proprietário, que lhe legou o posto e sem sabê-lo a fortuna. De facto, faz uns meses repartiram outro prémio de 30.000 euros. Aflito pela atenção mediática, o proprietário mostrou-se «satisfeito» por ter repartido sorte entre os cacerenhos. «É um presente de Reis», manifestou. O vendedor assegurou desconhecer a identidade do afortunado embora apontou que a clientela habitual do negócio está formada por vizinhos/moradores do bairro. Apenas uns minutos de conhecer que o quiosque cacerenho tinha {consignado} um dos bilhetes premiados, apresentou-se na administração para repartir os cartazes que lhe reconheciam como estabelecimento condecorado por O Menino, a delegada comercial de lotarias a nível provincial, Julia Sanguino. Em declarações aos meios, mostrou-se «muito iludida» e concluiu que «dar um prémio assim é uma alegria, a venda por terminal é mais repartida, antes caíam menos prémios e agora em Cáceres quase sempre temos algum».

Um prémio «muito repartido»

Para além de em Cáceres, o segundo prémio dotado com 750.000 euros por série esteve «muito repartido» por tudo o país, ao contrário que o primeiro, o 37142, que caiu integro em Barcelona. Na Extremadura não toca um primeiro prémio da lotaria de O Menino desde 1972. Foi o número 35.559 e se vendeu em Badajoz. Neste ano os extremenhos têm gastado 13,2 milhões no sorteio de O Menino, um 9,5% mais que no passado ano. Em qualquer caso continuam a estar entre os que menos lotaria compram para o sorteio que pelo menos neste ano quis fazer uma piscadela à região.

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