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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 10 de dezembro de 2018

«Queremos dar-lhe vida a todas as canções que pomos em casa»

G. GUERRA
12/03/2018

 

Voltam a Cáceres por terceira vez, mas com a mesma vontade. Brothers {in} {band} regressam à capital cacerenha com ‘The {very} {best} {of} {Dire} {Straits}’, um espetáculo que nasceu em 2015 e que já apresentaram na cidade mas que acumula mais bagagem e mais estrada. O grupo de {Óscar} {Rosende} se sobe ao cenário com um repertório diferente e algum que outra piscadela à visita dos {Dire} {Straits} ao Príncipe Felipe de nessa altura em 1992. De facto, chegam à cidade com a mesma formação que pisou o estádio cacerenho: nove musicais.

Para Cáceres reservam uma mistura do novo e o ancestral. «Está claro que os clássicos de sempre vão a soar, serão duas horas e média/meia passadas». Isso sim, {Rosende} matiza/precisa que eles não são o grupo de {Knopfler}. «Nós não somos os {Dire} nem o {pretendemos}, queremos dar-lhe vida às canções que pomos em nossa casa e jogamos a como podem soem ao vivo, se {conseguimos} que só/sozinho uma das pessoas fecho os olhos e se transporte a um concerto de {Dire} {Straits}, teremos conseguido nosso objetivo». «{Intentamos} cuidar muito, {interpretamos} os temas como o que interpreta uma obra de {Shakespeare}».

Ouviu sua primeira canção dos {Dire} {Straits} quando era um menino. ¿O culpado? «Meu pai», resolve. Foi quando se comprou sua viola quando começou a {versionar} sem dar-se conta. Tirava os temas acorde a acorde. «Foi o grupo que me gostava acima do resto», acrescenta. A {Rosende} lhe comparavam com a destreza de {Knopfler} e lhe perguntaram que porque é que não formava uma grupo/ponta de versões. A Antonio o conheceu de bares e coincidiu com Fernando e o que era uma conversa de barra/balcão culminou com a incorporação de Miguel. Dez anos depois, os Brothers {in} {band} voam sobre/em relação a as tábuas e enchem os estádios que visitam.

{Rosende} defende que compor e {versionar} é como «conduzir um carro e uma mota». «Se {versionas} a outra grupo/ponta o nível {exponencialmente} mais alto, ou {suenas} igual e o {tocas} igual ou é um arma de dobro {filo}». Em torno do debate que existe sobre/em relação a os grupos tributo, o músico acrescenta que «não há bons nem há maus, o objetivo de ambos é fazer cultura de música ao vivo».

As entradas estão à venda na web de palácio de congressos www.{palcongrex}.é e no portal de venda de entradas {Ticketmaster}. Os preços oscilam desde 28,50 a 38,50 euros na venda antecipada. À capital cacerenha chegam depois de/após um cheio em Barcelona. Será uma antessala de sua reviravolta internacional até Portugal e Alemanha.

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