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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Quase 9.000 firmas/assinaturas para exigir que não se retire a Cruz dos Mortos

O pede a associação de advogados cristãos: «Os políticos {laicistas} geram problemas com seu ódio». Não descartam ir aos tribunais se Salaya não dá marcha atrás. Já o fizeram noutros municípios

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
14/03/2020

 

El Gobierno central ha pedido esta semana al Ayuntamiento de Cáceres que retire la {Cruz} de los {Caídos} para cumplir con la {Ley} de {Memoria} {Histórica}. Em caso de não fazê-lo, insta à Junta de Extremadura a que intervenha e adote as medidas oportunas para que se leve a efeito. El Estado fez este requerimento após uma pergunta do senador de Compromís, Carles Mulet sobre/em relação a a manutenção deste monumento. Tal como já informou este diário/jornal a resolução da equipa de Pedro Sánchez afirma que a cruz «contribui a perpetuar o lembrança do ódio e o confronto entre espanhóis contra do modelo constitucional de convivência».

El presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, já anunciou que acatará a ordem/disposição e que agora estuda como levá-la a efeito. Em princípio se descarta sua demolição e o objetivo é transferi-la ao cemitério. Por outro lado as reações não fizeram esperar. Desde/a partir de a Associação Espanhola de Advogados Cristãos se iniciou uma campanha para recolher firmas/assinaturas e exigir que se mantenha o monumento. Em quatro dias conseguiram quase 9.000 (até meio-dia de ontem).

Eles consideram que a Cruz dos Mortos é um símbolo religioso e que não conta com inscrições nem símbolos que exaltam o regime de Franco pelo que, no seu entender, não incumpre a Lei de Memória Histórica. «Não temos que deixar que nos tomem o cabelo. Uma cruz simboliza o cristianismo, que nos digam outra coisa é mentira. Num país democrático não se pode atirar a cruz porque lhes dê a ganha», afirma a presidenta do coletivo que promove a recolha de assinaturas, Polonia Castellanos.

Consideram que o anúncio de sua retirada é um ataque à religião cristã. «Este governo {laicista} quer derrubar a cruz de Cáceres sob o pretexto da Lei de Memória Histórica. ¡Mas é ilegal!», asseguram no texto que acompanham à recolha de assinaturas. E acrescentam que «não há direito a que os políticos {laicistas} sigam/continuem gerando problemas com seu ódio». Castellanos insiste em que «as pessoas não é {partidiaria}» de sua retirada porque, segundo assegura «é um lugar de encontro e não incomoda a ninguém». Além disso assinala que «é uma despesa desnecessário com a recessão que se aproxima. Retirar-la só/sozinho por atacar aos cristãos não faz sentido». Retirá-la, tal como publicou este diário/jornal, poderia custar entre 20.000 e 30.000 euros.

Seguirão/continuarão recolhendo firmas/assinaturas durante a semana que vem e as entregarão na câmara municipal. De não fazer marcha atrás na decisão se apresentam ir aos tribunais. Interpondo um contencioso administrativo, embora não descartam iniciar/dar início um processo penal para denunciar aos políticos cacerenhos por «prevaricação». Tal como explica a presidenta do coletivo, já se têm tomado estas medidas noutras cidades com sentenças favoráveis como em Valência e Galiza. Há outras pendentes em {Callosa} de Segura (Alicante) e em Castellón.

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