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Quando a fotografia se converte em mais que um hobby/adeptos

 

Quando a fotografia se converte em mais que um hobby/adeptos - ANTONIO MARTÍN

04/02/2020

A fotografia como hobby, reproduções que captam um momento e que se partilham, imagens que têm sua história e seu porquê, que são mais que fotos, que surgem dos amanheceres que apanha Andy Marra, das viagens a Badajoz de Lourdes Santos, dos passeios com Erik e sua sombra que Óscar García Rioboó dá pela Sierrilla e o parque do Príncipe, das visitas a estações e velhas vias que faz Juanma Zarco e dos paisagens que reproduz José Antonio Fernández.

São os cinco fotogramas que fizeram da fotografia um hobby, que já são mais que fotógrafos adeptos e que desde/a partir de no sábado expõem na biblioteca pública Rodríguez Moñino, uma mostra que está organizada pela Associação Centro de Arte Budo e Comunicação, que gere o arquiteto Joaquín Bohórquez. Se poderá ver até ao próximo 15 de Fevereiro e é a primeira exposição coletiva de fotografia que organiza a associação, que baixo do nome de Estacionar-te quer expor uma mostra na biblioteca em cada estação do ano. La primeira foi de desenho e pintura com a participação de alunos dos oficinas da Universidad Popular da Câmara Municipal e da escola de Belas Artes. La segunda é de fotografia e se pode ver todos os dias da semana na biblioteca (segunda-feira a sexta-feira de 9,30 a 13,30 e de 17,00 a 20,00 e aos sábados e domingos de 9,00 a 14,00 e de 17,00 a 21,00 horas.

Uma jovem vestida de montehermoseña voltando a casa após participar na romaria de São Blas abre a mostra, um paisagem mágico de Gata é a seguinte imagem. De aqui se passa ao comboio, a plataformas, velhas vias, um mercadorias transitando por uma estação. E depois os pequenos detalhes do que sempre está aí e que não percibimos: uma árvore seco, um cogumelo apanhado, uma chumbera com um fundo de um céu de nuvens de algodão e a sombra de Erik, o colega de passeios e que é muito mais que um galgo. No seguinte painel, a luz diferentes dos amanheceres e entardeceres no céu de Cáceres. E nos últimos, essa estrada que nunca se converte em autoestrada e que atravessa a serra de São Pedro caminho de Badajoz.

Bohórquez procurou os cinco fotogramas -todos aparecem na fotografia juntamente com o gestor da associação, no centro, só falta Lourdes Gómez-. Cada um deles dá um foque diferente, uma visão diferente que enriquece a mostra.

Na inauguração da exposição o passado sábado na biblioteca, Bohórquez salientou que são fotos que olham ao oeste, a Extremadura. Destacou dos cinco fotogramas que convidou à mostra que são «uns apaixonados da natureza», muito presente na maioria das imagens expostas nesta mostra, Olhares ao Oeste.