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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

O PP pede uma comissão para decidir o futuro do hospital da Montanha

O PSOE responde que aposta em o «consenso» sobre/em relação a o possível uso do prédio

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
12/01/2018

 

El grupo popular na Assembleia provincial Provincial de Cáceres vai tem registar uma moção perante o Plenário/pleno para que se acredita uma comissão informativa não permanente para decidir sobre/em relação a o futuro uso do Hospital Virgem da Montanha, propriedade da instituição, uma vez que a Conselheria de Saúde tem anunciado que desalojará o prédio este mesmo ano. El porta-voz do PP na Assembleia provincial, Alfredo Aguilera, fez este anúncio ontem em conferência de imprensa, onde fez um balanço da gestão da presidenta provincial, Rosário {Cordero}.

El PP voltará a apresentar esta moção, que espera se debata no próximo Plenário/pleno da Assembleia provincial, após ver rejeitada uma similar em Outubro de 2017. Alfredo Aguilera tem acusado/arguido a Rosário {Cordero} de «falta de previsão e de ideias» porque, como publicou este jornal, Assembleia provincial não tem decidido que vai fazer com o prédio. A proposta do PP, segundo Aguilera, passa por «centralizar» no Virgem da Montanha «todos os serviços que tem a instituição, sobretudo, os que são o dia-a-dia de câmaras municipais e cidadãos», que na atualidade estão repartidos em vários prédios.

A reação do grupo socialista na Assembleia provincial não se fez esperar. Seu porta-voz, Fernando García Nicolás, através de nota de imprensa, tem apostado em «a reflexão e a busca de consenso para dar um futuro uso ao hospital provincial».

El grupo popular também se tem referido a outros aspetos da gestão da presidenta à frente da instituição, que tem qualificado de «obsoleta e que não responde às necessidades da província».

Alfredo Aguilera criticou as 67 modificações no orçamento de 2017 que, no seu entender, respondem a uma «falta de planificação». Aguilera tem {afeado} que se tenha «vendido» a execução do 77% do orçamento quando, segundo o grupo popular, se produziu graças ao transferência/trespasse/passagem de 17 milhões de investimento a transferência de capital às câmaras municipais e não em «potenciar o tecido produtivo». El porta-voz popular também recriminou à presidenta da Assembleia provincial que, desde 2015, a despesa pública e de pessoal tenha aumentado em 10 milhões de euros, face aos 100.000 em investimento.

Alfredo Aguilera criticou que a Assembleia provincial vá a gastar 20 milhões de euros para lutar contra a despovoamento «sem saber como vão a repartir, nem a participação ativa das câmaras municipais» e tem apontado a que «todas as administrações devemos ir de a mão» para combater o abandono dos povos/povoações.

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