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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 19 de outubro de 2018

Pedem três anos para dois acusados de traficar com drogas em Cáceres

Foram detidos ao voltar de Plasencia e lhes {incautaron} cocaína e heroína no carro. Outra acusada chega a um acordo com a {fiscala} e é condenada a dois anos de prisão

G. G. epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
12/06/2018

 

Procuradoria pede três anos de cadeia para A. M. P. e D. V. S. por um delito de tráfico de drogas com grave dano à saúde. A Audiência provincial acolheu ontem o juízo na sala de júri. O ministério público pede além disso para cada um também uma multa de 3.240 euros, o tripla do valor da droga confiscada, segundo reza no artigo 368 do código penal. Se sentou no banco também acusada do mesmo delito C. E. C. C., mas minutos antes chegou a um acordo de conformidade com o ministério público por dois anos de prisão e assim evitou o juízo.

Os factos/feitos que lhes imputam aconteceram em Julho. Segundo o relato de procuradoria, A. M. P., pediu a D. V. S. seu carro para viajar a Plasencia sob o pretexto de ver um veículo que tinha olhado por internet para comprá-lo. Diante da negativa de deixar-lhe o carro, ambos viajaram desde Cáceres até São Lázaro. Uma vez ali, A. M. P. se desceu do carro só/sozinho e adquiriu 400 euros em cocaína e heroína numa {papelina} que escondeu num vazio guiador do carro. A Polícia Nacional organizou um dispositivo à entrada de Aldea Moret e deteve o veículo para inspecionar se tinham viajado a Plasencia para adquirir droga que mais tarde venderiam em Cáceres. D. V. S., fugiu dos agentes e foi detido metros adiante. A. M. P. também foi detido, o carro foi expropriado e confiscaram vários gramas de substâncias.

Ambos, que contam com cadastro criminal e se conheceram na cadeia quando cumpriam uma condena anterior, emprestaram declaração perante o juiz. D. V. S. se declarou inocente dos cargos, assegurou «ter ido enganado» a Plasencia e alegou que desconhecia que tinha droga no carro e que por esse motivo «pôs-se nervoso» e fugiu. Enquanto, na sua declaração, A. M. P., politoxicómano, reconheceu ter comprado a droga -heroína e cocaína-, mas alegou que era para consumo próprio devido a sua dependencia. Negou que o dinheiro que se o tivesse oferecido o outro acusado/arguido para adquirir substâncias e assegurou que procedia de um fundo que tinha herdado de a sua mãe, falecida três dias antes dos factos/feitos imputados. Também emprestou declaração perante o juiz como perito a forense que elaborou um relatório/informe sobre/em relação a A. M. P. e referendou e assinalou que seu perfil responde ao duma pessoa adicta «cuja intenção na vida se foca somente a conseguir droga». Na vista declararam dois agentes de Polícia Nacional -estava previsto que declarasse um terceiro, mas estava de baixa- que intervieram no dispositivo de detenção. Segundo seu relato, a polícia mantinha uma investigação aberta sobre/em relação a os acusados após um testemunho protegido que assegurava que o domicílio de D. V. S. em Aldea Moret e que logo pertenceu a C. E. C. C. era um ponto de venda de droga que frequentava A. M. P. O caso fica visto para sentença e será o magistrado o que determinará a pena nos próximos dias. As defesas reclamam sua absolvição.

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