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El Periódico Extremadura | Domingo, 24 de junho de 2018

Pedem que se proteja a cadeia velha como um Bem de Interesse/juro Cultural

{Amececa} quer que se converta em espaço cultural e para a memória

R. C.
11/03/2018

 

La jornada homenagem a todas as vítimas e pessoas {represaliadas} pelo franquismo em Cáceres serviu ontem também para reivindicar que se proteja a cadeia velha declarando-a Bem de Interesse/juro Cultural, e que se destine posteriormente a albergar um centro cultural para a cidade e também um espaço para a memória.

O historiador José Hinojosa, vice-presidente da Associação Memorial no Cemitério de Cáceres ({Amececa}) reivindicou esse reconhecimento para a cadeia cacerenha, aproveitando que o Ministerio del Interior tem desistido já de sua venda e a tem cedido à Câmara Municipal de Cáceres. Também reclamou à conselheira de Cultura, {Leire} Igrejas, que participou no ato, acelerar a tramitação da lei regional de memória histórica.

Precisamente da cadeia velha partiu como cada ano a marcha com a que se inicia a homenagem, que se desenvolveu depois no cemitério e que contou com muito público, tanto/golo da Extremadura como de fora. Nele várias famílias de represaliados contaram sua experiência e se levou a cabo uma oferenda floral.

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