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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 19 de junho de 2018

O {pavo} de Torre de {Sande} passa pelo ‘oficina’

Como se se tratasse duma animal de estimação habitual, {Curro}, como se chama o animal, visita duas vezes ao ano ao veterinário. Foi um presente duma cliente do restaurante a seus proprietários, César Ráez e Consolo {Villalba}, que já tinham tido outros dois exemplares antes

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
11/01/2018

 

Hay animais de estimação de todo o tipo. Aos habituais cães e gatos, se somam coelhos, peixes, {agapornis}, até cobras. O que não é tão corrente é que se tenham {pavos} reais. No entanto, algo deve ter este animal para que César Ráez e Consolo {Villalba} os tenham como animais de estimação desde há anos, «nos gosta pelo estético e porque é muito dócil», explica sua proprietária. Eles são os proprietários do restaurante Torre de {Sande} na parte antiga e seu {pavo} é uma atração mais tanto/golo do estabelecimento como da cidade monumental.

{Curro}, como se chama o animal, se {pavonea} como não pode ser doutra maneira, mas para luzir lustroso e são, como os demais animais domésticos, tem que visitar ao veterinário. Alejandro Martín é o profissional que lhe atende na clínica {Azureus}. Ele está especializado em animais exóticos e é seu ‘médico de cabeceira’. {Curro} passou por suas mãos nesta semana, tocava um revisão, «há três anos e meio esteve prestes a morrer por uma infeção e, desde então, lhe fazemos controlos cada seis meses», detalha Alejandro Martín. A causa, segundo o veterinário, «um problema muito grande com as pombas da parte antiga, são um foco de contágio para tudo tipo de aves». «Começou a pôr-se muito fraco e o levamos a Alejandro», recorda Consolo {Villalba}, «nos disseram que tinha uma infeção na sangue é que, claro, partilha comida/almoço e bebida com as pombas», que se aproximam a seu {comedero} e {bebedero} sem possibilidade de evitá-lo .

Como ‘estrela’ que é do restaurante, mais além do menu, os proprietários de {Curro} lhe cuidam com mimo. O veterinário faz-lhe análise de fezes cada seis meses para comprovar que não tem parasitas e de sangue, uma vez ao ano, também se revê o pico e seu estado geral, «como está no restaurante, lhe {miramos} ao milímetro». Mãos peritas sabem como imobilizar ao animal para que não se faça dano quando se extraem as amostras, os {pavos} reais têm muita força nas patas e poderiam lastimar-se durante a exploração. Conta Alejandro Martín que um {pavo} real, «pode chegar a viver uns dez anos, mas cuidado e bem alimentado, até quinze».

{Curro}, a seus sete anos, está hoje são e luz um extraordinária plumagem azul próprio de sua espécie. «Eu acredito/acho que é muito presumido», relata sua proprietária, «quando ouve pessoas em São Mateo, se põe no pico do muro para que toda a gente lhe veja». Tanto/golo gosta de luzir-se, por algo {pavonearse} vem de {pavo}, que na Páscoa lhe têm que guardar porque «há confrarias às que lhes incomoda, porque há pessoas que está em recolhimento e se punha a cantar no meio da procissão e, claro, se perdia essa emoção», justifica Consolo, «logo, quando passa, o {volvemos} a soltar».

Os {pavos} reais são animais muito territoriais quando estão em zelo, que é o momento justo no qual luzem sua plumagem com maior esplendor, mas segundo sua proprietária, «não é perigoso». Nesses dias, simplesmente, se há muita gente no pátio do restaurante, {Curro} se afasta e se sobe à zona alta do jardim. No entanto, quando há menos barulho, se passeia altivo entre a clientela e, segundo Consolo {Villalba}, «até deixa que lhe dêem de comer».

Como Belén, a neta de dezanove meses de César e Consolo, que segundo sua avó «enquanto entra no restaurante pede pão» porque sabe que a {Curro} adora {comérselo} e a ela, dar-selo.

Consolo {Villalba} tem um monte de curiosidades como esta de {Curro} e, também, de seus predecessores, o {pavo} Torre e a {pava} {Sande}. Um dia, um vizinho/morador lhes avisou de que tinham visto o macho na torre da concatedral, «tinha ido de telhado em telhado e as pessoas estava alucinando de verle ali em Santa María». Como Torre não parecia que tivesse intenção de descer, se levaram a {Sande} à praça/vaga, ao vê-la, se animou a descer para estar com seu casal/par. «Torre era mais territorial que {Curro}, como tinha fêmea», justifica Consolo, «de facto, um dia passou que atuava {Nati} Mistral no Gran Teatro e vinho a nosso restaurante com o seu cão e quando Torre lhe viu, foi para ele, menos mal que {Nati} é muito compreensiva e não se incomodou, é mais, dizia que era culpa sua por levar-se ao {perrito}».

{Curro} é muito mais tranquilo, embora também tem suas curiosidades. Como se sobe ao muro para luzir-se, um dia de muito vento um golpe de ar lhe atirou. Uma vizinha voltou a dar a voz de alarma a seus proprietários: o {pavo} estava na praça/vaga de São Mateo, «lhe {encontramos} desorientado e com muito susto, se deixou pegar/apanhar, o que não faz no jardim, como agradecido de que lhe tivessemos resgatado». Consolo fala dele com a familiaridade com a que qualquer proprietário de animal de estimação fala de seu cão ou gato. O que acontece é que, neste caso, é {Curro}, o famoso {pavo} de Torre de {Sande}.

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