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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 16 de novembro de 2018

Pais do Pacheco iniciam um recurso administrativo

Apresentaram recursos de levantada diante da Delegação de Educação de Cáceres

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
16/05/2018

 

Los pais dos alunos não admitidos no {IES} Professor Hernández Pacheco têm começado a apresentar diante da Delegação de Educação de Cáceres recursos de levantada para pedir uma quarta linha no centro. O fizeram de maneira individual, não coletiva, e esperam reunir uns cinquenta escritos/documentos ao todo. Assim pelo menos o acredita o porta-voz dos pais, Miguel Ángel González, que confirma que «os estamos apresentado pais dos três colégios afetadas, o Francisco de Aldana, O Viveiro e o Dulce Chacón e {estimamos} que seremos uns cinquenta, porque até pais que têm {coseguido} entrar no Pacheco, se têm solidarizado connosco e pedem também uma quarta linha no instituto/liceu», afirma. Cabe {recordar} que na primeira fase de petição/pedido de centro em Ensino secundário, 52 alunos não conseguiram praça/vaga no Hernández Pacheco, que neste ano oferta 70 e recebeu 122 pedidos/solicitações.

O texto do recurso de levantada é o mesmo em todos os casos. Em seis páginas expõem uma cronologia dos factos/feitos, onde expressam que «nem a Comissão de Escolaridade de Cáceres nem a Delegação Provincial de Educação informaram ao {lES} {Hemández} Pacheco com anterioridade ao início do processo de escolaridade do número de grupos que devia dar e, em consequência, os pais não recebemos informação sobre/em relação a o número de postos escolares». Isto iria, segundo os pais, contra do Decreto 42/2007, que estabelece que os centros devem fazer públicos o número de praças/vagas que oferecem.

Outro dos factos/feitos que expõem é a «violação arbitrária do direito a eleição de centro» dos pais, bem como uma {zonificación} obsoleta da capital cacerenha. No recurso de levantada voltam a insistir, entre outros aspetos, nas dificuldades de conciliar vida laboral e familiar com a dispersão dos alunos não admitidos no Pacheco em centros afastados de suas casas.

Por seu lado, a Conselheira de Educação, Esther Gutiérrez, na firma/assinatura/assina de um Memorando da Extremadura com Portugal para impulsionar o português no âmbito educativo e a perguntas dos jornalistas, quis transmitir uma mensagem de «tranquilidade» aos pais, já que não esperam que tenha mais de «quinze alunos em lista de espera», após a finalização do segundo período de pedido/solicitação de praças/vagas, embora temos de esperar às listas definitivas de admitidos, que sairão esta sexta-feira 18. No entanto, Miguel Ángel González afirma, «não sabemos as contas que se terá {echado} a conselheira» e afirma que, ao ter que pedir outro centro no processo geral, «igual nos têm tirado da lista do Pacheco, mas nós queremos esse, embora tenhamos tido que pedir outro instituto/liceu».

Esther Gutiérrez alega que «noutros centros há uma lista de espera maior e não pediram uma linha mais». Gutiérrez insiste,«não temos recortado, têm as mesmas linhas que este curso e não temos acedido à petição/pedido de criar uma nova linha quando na zona sobram praças/vagas educativas», conclui.

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