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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 14 de novembro de 2018

Os pais do Pacheco criam/acreditem uma web para explicar suas procuras

Nos três primeiros dias de a sua posta em marcha, receberam mais de mil visitas. Refutam os dados da conselheria e explicam seu ponto de vista sobre a situação

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
10/06/2018

 

Las explicações sobre/em relação a a escolaridade na capital cacerenha dadas pela delegada de Educação em Cáceres, María Luisa Guillén, a este diário/jornal em vez de aplacar os ânimos parece que os tem encrespado ainda mais. Os pais de alunos não admitidos no {IES} Professor Hernández Pacheco não se conformam e respondem às declarações da delegada com a posta em marcha duma site onde explicam seu ponto de vista sobre a situação e criticam, entre outras questões, a distribuição por zonas educativas da cidade. Aos três dias de a sua posta em marcha, a web tinha recebido mil visitas.

Na direção {https}://sites.{google}.com/{view}/{cuartalineapacheco}, os pais expõem que o instituto/liceu Hernández Pacheco alterna os cursos com três e quatro linhas em 1º da ESO segundo «a capacidade física do centro (nomeadamente num de cada quatro cursos académicos)», explicam. Segundo os progenitores, a administração regional mudou esta tendência para o curso 2018-2019, onde consideram que deveria ter quatro e terá finalmente três linhas, «sem que tenha nenhuma mudança na regulamento ou na procura dos alunos que o justifique». Por este motivo, segundo os pais, o centro não pode absorver as 122 pedidos/solicitações que recebeu neste ano, o que criou uma lista de espera de 67 alunos.

Nesta mesma web, os pais manifestam sua contrariedade pelas palavras da delegada de Educação, que pedia tranquilidade e assegurava que, após o processo de matrícula, a situação se regulará e os meninos que queiram entrar no Pacheco terão finalmente praça/vaga. Os pais consideram que a administração deixa «ao acaso» a atribuição de centro e asseguram que não será assim, que no máximo entrarão 20 dos 67 alunos em lista de espera porque «temos dados de intenção de matrícula e não nos {basamos} em {suposiones}», expõem.

Além disso, na web apresentam uma reforma da {zonificación} educativa de Cáceres para que se ajuste à «realidade demográfica da cidade» e criticam o que consideram uma falta de informação do processo de escolaridade. Finalmente, incidem na dificuldade de conciliar vida laboral e familiar pela dispersão dos alunos em centros afastados de seus domicílios e na repercussão que isto terá no ambiente ao ter que utilizar/empregar o carro nos deslocações.

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