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Una oportunidade para a praça/vaga de América

 

Una oportunidade para a praça/vaga de América -

José Luis Bermejo
15/03/2020

Es um tema que ficou pequeno, demasiado, com tudo o sucedido nos últimos dias, mas foi o que tem marcado a atualidade informativa estritamente local nesta semana. Com a Lei de Memória Histórica na mão há muitos argumentos tanto/golo para derrubar a Cruz dos Mortos como para mantê-la. Com o primeiro ponto de seu artigo 15, o monumento faz tempo que devia estar fuera do sítio que ocupa e que se tinha que ter derrubado. Com o ponto segundo, já não há tantas razões para retirar-la.

A praça/vaga de América, onde está a Cruz dos Mortos, é a segunda mais importante da cidade, só/sozinho por detrás da Maior/velho. A maioria das corporações democráticas, desde/a partir de 1979 até à atualidade, têm posto sobre/em relação a a mesa a transformação deste espaço, donde saem as principais vias que comunicam Cáceres com o norte (Plasencia e Salamanca), oeste (Malpartida), sudoeste (Badajoz) e sul (Mérida e Miajadas) por meio de {Gil} {Cordero} e das avenidas de Alemanha e de Antonio Hurtado.

A ideia que mais se tem repetido foi a do transferência da Cruz dos Mortos ao cemitério, se apresentou no mandato de Juan Iglesias Marcelo, no de José María Saponi e agora no de Luis Salaya. Com Carlos Sánchez Polo se falou da substituição da Cruz dos Mortos por uma fonte luminosa, mas no fim se limitou a uma ordenação do trânsito. Foi com Juan Iglesias Marcelo (83-87) quando o plenário/pleno da corporação local mudou a inscrição da Cruz dos Mortos para que fizesse referência a todos os falecidos na Guerra Civil e não só/sozinho aos do bando vencedor.

Una das decisões se que tomou na Câmara Municipal e que mais prejudicou ao design urbano da cidade também se adotou nesses anos, quando se permitiu a construção do edifício O Descobrimento. Com esses blocos de habitações/casas/vivendas se truncou a prolongamento do passeio Cánovas. Nessa altura, sem Os {Fratres} e com o posterior transferido da feira, se perdeu a oportunidade de ter alargado este grande bulevar até os acessos às estações de autocarros e do caminho de ferro.

O atual debate sobre/em relação a a Cruz dos Mortos tem que servir pelo menos para, se finalmente se retira em cumprimento da lei, dar uma solução de futuro à transformação da praça/vaga de América que permita potenciar Cánovas como o principal passeio urbano da cidade, fazer um eixo mais pedonal e com menos veículos.

Cáceres só/sozinho conta com três grandes estacionamentos públicos, os três geridos com uma concessão municipal por empresas privadas. Som Peru, Primo de Ribeiro e {Galarza}. Com Sánchez Polo se apresentou a opção de um parking na avenida de Portugal, ao lado da praça/vaga de América, e com Saponi se considerou a praça/vaga de Noruega, perto.

Se se toca a praça/vaga de América se poderia aproveitar para fazer esse parking subterrâneo em seu subchão que dê uma solução de estacionamento a tudo esse trânsito que entra por {Gil} {Cordero}, Antonio Hurtado e Alemanha e que permita ir {despejando} de veículos a avenida de Espanha para que Cánovas ganhe mais espaço. A transformação da praça/vaga de América se pode vincular como melhoria de investimento ao concurso que se convocasse para a concessão da gestão e execução desse estacionamento subterrâneo. Nesse momento se poderia levar à prática o tantas vezes acordado: transferir a Cruz dos Mortos ao cemitério e contar com uma praça/vaga com um design diferente e diferente ao atual, que é sobretudo um nó de trânsito para meter ou tirar carros/automóveis do centro.

Não corre pressa nem é uma urgência, também não temos de esperar a que passem outras dez corporações locais, as que houve desde que Iglesias Marcelo era presidente da Câmara Municipal. Em 2004 se adotou pelo plenário/pleno da corporação local um acordo por unanimidade para a transformação da praça/vaga de América, o debate não foi tanto/golo Cruz sim ou Cruz não, mas a mudança deste centralizador espaço urbano com um concurso de ideias que incluísse o transferência ao cemitério da Cruz, um monumento que só/sozinho uns anos depois se decidiu preservar com sua inclusão no catálogo de bens protegidos, uma proteção que não impede esse transferência.