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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

No dia da mulher

ANTONIO Sánchez Buenadicha
08/03/2020

 

Um ano mais chegamos ao ‘Dia da mulher’ divididos enquanto o machismo continua exercendo seu poder/conseguir em muitas das esferas da sociedade. Existe uma luta clamorosa por fazer-se com a bandeira do feminismo que, se bem pode entender-se entre as organizações sociais que se têm multiplicado nos últimos anos, resulta incompreensível e muito prejudicial para a causa que tal divisão se de entre os partidos políticos. Todos deveríamos entender que a luta pela igualdade não é uma questão de ideologias, embora estas tenham seu sítio em matizes, nem de partidos, que têm o dever de melhorar os projetos de lei e as disposições que surjam do governo.

Aqueles que se manifestam reticentes com as procuras e conquistas das mulheres devem ter presente que as mudanças tidos som irreversíveis e que as leis que devem consagrar seus direitos o serão também, de maneira que se não mudam a sua postura passarão ao campo dos perdedores. Este movimento surgiu na esquerda social e política e durante muito tempo tem tratado de ser vituperado por alguma pessoas significativas da direita tomando a parte pelo tudo e fazendo categorias de posturas exageradas ou simplesmente ridículas mas hoy é necessário unir forças e partir de que o feminismo, com suas diferentes sensibilidades, não é propriedade de ninguém mas uma empresa na qual todos somos necessários pois sem a cumplicidade de todos, ou pelo menos da grande maioria, não se conseguirão os fins que se pretendem.

Na longa luta das mulheres por ocupar o dado que lhes corresponde se encontraram sós a maioria das vezes até que aos poucos se têm visto acompanhadas por homens até chegar a nossos dias nos que se fazemos conta e voltaremos a vista atrás comprobaremos que se conseguiram muitas coisas mas que a batalha ainda não se tem ganho. Nas últimas atuações se põe a manifesto que uma coisa é ir após um cartaz e outra governar. Na primeira se podem compreender e perdoar/desculpar excessos e utopias, mas na segunda se necessita atuar com rigorosidade, pactuar e acordar.

*Professor

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