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Os MIR desconvocam a greve após cumprir-se «os compromissos»

Valorizam de forma positiva que se tenham coberto as procuras em Urgências . Fica pendente o ponto da formação que esperam que se cumpra de longo prazo

 

Os médicos internos residentes (MIR) concentrados no hospital São Pedro. - FRANCIS VILLEGAS

GEMA GUERRA epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
12/03/2020

Os Médicos Internos Residentes (MIR) do complexo hospitaleiro de Cáceres desconvocam a greve indefinida que iniciaram em Novembro para demandar melhorias no pessoal ao ter-se cumprido as suas reivindicações. Assim o comunicaram ao Servicio Extremeño de Salud (SES) numa reunião que mantiveram esta quarta-feira na gerência em Cáceres. No fim do encontro, que se tem prolongado durante menos duma hora, os residentes manifestaram seu «satisfação» porque o SES cumpriu os compromissos de reforçar o pessoal com a incorporação de um pediatra e mais médicos e melhorar a atenção das Urgências Pediátricas.

Em declarações a este jornal, os médicos residentes expõem que, embora fica pendente por cumprir de longo prazo o ponto relativo à formação, valorizam de forma favorável os processos que se levaram a cabo desde a área de Saúde e asseguram que tanto o serviço como a supervisão melhorou nas Urgências Pediátricas nos últimos meses. A decisão de desconvocar a greve tomou-se numa votação que organizaram os médicos esta passada semana num encontro à porta fechada e de maneira informal já que como medida preventiva ao coronavirus, os sanitários têm restringidos os encontros numerosos para evitar o possível contágio. Aí já manifestaram a boa sintonia quanto ao cumprimento das procuras e salientaron os «pontos positivos» que levou a cabo a gerência na área de saúde cacerenha. «Acreditamos que a pressão que pudemos exercer nesse momento tem implicado grandes mudanças que proporcionarão melhorias na atenção cidadã e em nossa formação», puseram de relevo.

TRÊS MESES DE PRAZO // Cabe recordar que os paros começaram a finais do passado Novembro depois de/após que os MIR se queixassem de falta de pessoal nas urgências e falta de supervisão. Após vários encontros entre ambas partes nos que não se conseguiu aproximar posturas, uma semana depois e após uma reunião de mais de quatro horas, a gerência e os residentes chegaram a um acordo e os médicos decidiram adiar a greve até Março para dar tempo ao SES a que probara que a sua proposta era factível e a que materializara os compromissos que tinha adquirido. Entre eles, encontravam-se a contratação de um novo junto a partir do 11 de Dezembro e a reorganização do serviço de urgências. O acordo incluía a contratação de dois médicos juntos mais para a área de Urgências num prazo máximo de três meses e a elaboração de um protocolo de supervisão para especificar que competências tem cada MIR em função de seu ano de residência, que também tem visto luz verde nos últimos meses.