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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Mercadona e {AKÍ}, à espera de licença

Passo para dar ao Ruta de la Plata autorização/ licença definitiva, tramitação à que a cadeia de alimentação vincula o início de sua obra. Se muda o programa de execução da parcela da loja de bricolage, variação necessária para ter a autorização final

JOSÉ LUIS BERMEJO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/03/2020

 

La comissão informativa de Urbanismo deu ontem dois passos para que o centro comercial Ruta de la Plata e seu alargamento e a condomínio da parcela do {AKÍ} contem com todas as autorizações definitivas. Da concessão de ambos autorizações depende que Mercadona comece com as obras de seu supermercado no Ruta de la Plata e que {AKÍ} acometa «uma importante investimento e renovação» de seu estabelecimento que passará «de ser {AKÍ} a Leroy Merlin», segundo afirmou ontem o presidente deste órgão informativo da Câmara Municipal, o vereador de Urbanismo, José Ramón Bello.

La decisão que ontem tomou-se em relação ao Ruta de la Plata foi o parecer a favor da modificação do plano de urbanismo para alargar seus usos e regularizar alguns que já tem e que com o plano antes de sua modificação não se podiam instalar, como é o caso do oficina de automoção na zona de estacionamentos. Esta modificação «é uma condição indispensável para o {otorgamiento} da licença definitiva ao Ruta de la Plata», abundou Bello. Também falta, segundo acrescentou o vereador, que os técnicos da Câmara Municipal supervisionem o certificado de fim de obra da alargamento apresentado pelo centro comercial para comprovar que tudo o executado se ajusta ao projeto. Nesse momento se contará com a licença definitiva e Mercadona poderá começar a executar seu supermercado. Quando esteja finalizado está previsto que fecho o que tem no Viveiro.

A PARCELA DO {AKÍ} / La situação da parcela do {AKÍ} é mais complexa. O que ontem emitiu parecer a comissão de urbanismo foi uma modificação pontual do programa de execução que se apresentou na Câmara Municipal para desenvolver a condomínio sobre/em relação a a que se assinta a nave do {AKÍ}. O motivo pelo qual se pede esta modificação é que o que se executou «não se ajusta exatamente» ao documento que se apresentou e se aprovou na Câmara Municipal. Há deficiências que impedem a receção definitiva da condomínio por parte da Câmara Municipal e que impossibilita que {AKÍ} disponha de todas as autorizações definitivas, «não podem tê-la -a licença definitiva- em tanto/golo não se resolvam os condicionantes desse projeto de execução mal apresentado», explicou ontem Bello.

É o agrupamento de interesse/juro urbanístico, formada por Gaulesas 12 e a Câmara Municipal, e concretamente o promotor o que deve acometer as remodelações necessárias e apresentar a documentação requerida para cumprir com o programa de execução. La propriedade da Câmara Municipal se corresponde com terrenos de domínio público (rodoviários e zonas verdes). Gaulesas 12 tem a propriedade da parte dos terrenos com um aproveitamento lucrativo e nos que se levante a nave de {AKÍ}.

As mudanças e obras que se têm que acometer agora «não som complicados, mas para dar a licença de atividade definitiva- ao {AKÍ}- é necessário que se cumpram com todas as condições da condomínio», detalhou o vereador. {AKÍ}, que pertence ao grupo de Leroy Merlin, teria condicionado acometer um maior/velho investimento em sua loja a que tudo na parcela esteja conforme com o programa de execução e projeto de condomínio apresentado e aprovado na Câmara Municipal.

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