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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 10 de dezembro de 2018

Meninos e maiores/ancianidade

ANTONIO PARIENTE Sacerdote
12/03/2018

 

As notícias do telejornal dos últimos dias me sugeriu este comentador semanal que sempre quer estar próximo ao que passa. Um menino {almeriense} de sete anos tem desaparecido misteriosamente quando ia desde a casa dos avós à de outros familiares que distavam uns centena cinquenta metros. É verdade que não deixa de ser um menino e que alguns dizem que lhe interessava muito recolher do campo uns ramos porque queria construir uma loja e pode aparecer em qualquer sítio.

Se me põe a pele de galinha, só/sozinho em pensar que sua desaparição pode ter sido forçada por alguma pessoa adulta. E se me vêm à cabeça os acontecimentos de violência que sofrem os pequenos por parte de pessoas, para os que não encontro nenhum qualificativo. Os evangelhos recolhem/expressão as palavras de Jesús «...mais a valeria que lhe atassem uma pedra de moinho, e o atirassem ao mar...», frase dedicada àqueles que atrevem-se a fazer algum dano aos meninos.

Entendo a atitude do Papa Francisco condenando e estando ao lado dos que têm sofrido estes ataques por partes de representantes da Igreja, não há nada que me produza tanto/golo nojo e condena.

Por outro lado, da noite à amanhã os jubilados se têm unido para sair à rua e protestar pela política do governo de aumentar seus ordenados anuais de maneira ridícula. Presença massiva às portas do Congresso dos Deputados, confronto com as forças de ordem pública, apitos, gritos...

Todos estavam conscientes de a situação, mas ninguém até algo por resolvê-la. Saem à rua, aparecem nos meios de comunicação e os políticos reagem, o presidente do governo aceita a petição/pedido da oposição/concurso público e convoca um debate ao que qualifica como o mais importante da legislatura para tratar o tema das pensões.

¿Que faz falta para algo se tome a sério?, ¿sair à rua?, ¿armar ruído? Mau vamos quando um problema tão importante tem que ser abordado de forma extraordinária por essas razões.

Aplausos e reconhecimentos imensos para todas as {oenegés}, organizações de Igreja e particulares que dedicam seu esforço e seu tempo em ajudar aos mais vulneráveis; os meninos e os maiores/ancianidade estão entre eles. Graças por tudo o que fazem e por manter-nos alerta perante estas situações.

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