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A Junta trabalha para que a ermida de São Jorge seja de sua titularidade

A conselheria recorda que a propriedade é privada e isso deve resolver-se

 

Imagem da ermida cacerenha de São Jorge. - FRANCIS VILLEGAS

EUROPA PRESS
06/12/2019

La conselheira de Cultura, Turismo e Desportos, Nuria Flores, tem incidido em que a Junta de Extremadura está realizando um «grande esforço» para «preservar e conservar» a ermida de São Jorge de Cáceres, e acrescentou que «grande parte desses esforços centram-se agora mesmo em conseguir que a ermida passe a ser de titularidade pública, já que atualmente é de titularidade privada».

Em resposta a uma pergunta de Ciudadanos sobre/em relação a a questão esta quinta-feira no plenário/pleno da Assembleia, Flores também explicou que «paralelamente» os serviços técnicos da Conselheria de Cultura estão a trabalhar para que, «após uma análise exaustivo» do monumento, se possa «decidir quais são os processos que deverão acometer-se com carácter prioritário» uma vez se resolva «o referente a sua propriedade».

Também, entre outras atuações, Nuria Flores tem avançado que «está previsto uma conexão da ermida desde/a partir de a via pecuária com o fim de garantir o acesso público à mesma», bem como «um encerramento perimetral dos terrenos para evitar os problemas que possam causar a explotação de gado da quinta».

Na mesma linha, tem incidido em que «em paralelo» os serviços técnicos da Conselheria de Cultura estão realizando «um estreitamente de documentação e análise da situação real do monumento para decidir quais são os processos a ser feito na ermida».

CRÍTICAS DE CS / Por sua vez, a deputada de Ciudadanos Marta Pérez tem reclamado que a Junta consiga a cessão dos proprietários de dita ermida para que passe o edifício a titularidade pública e se possa «de uma vez por todas intervir» no mesmo, «para que possa ser restaurado e conservado com fundos públicos».

Neste ponto, criticou também que a Junta «não fez nada» desde que se conheceu o «estado {ruinoso}» da Ermida de São Jorge de Cáceres, e afirmou que a situação «lamentável» de dito edifício «somente tem um responsável», no seu entender a Conselheria de Cultura.

Em relação, acrescentou que à administração regional «se lhe tem esquecido o cumprimento da Lei de Património Histórico Cultural», toda vez que em 2014 a Direção Geral de Património Cultural da Junta incluiu a dita ermida em seu inventário de património histórico e cultural, e em virtude de isso dita administração «é a responsável de velar pela conservação do imóvel».

Também, afirmou que a «desleixo de funções e falta de responsabilidade» da Conselheria de Cultura «estão a fazer que a ermida faz umas semanas sofresse o desabamento dum de seus muros», bem como que noutros momentos em edifício também tenha registado «um incêndio» e «atos vandálicos».

De igual modo, Marta Pérez assinalou em que neste assunto «a melhoria e a história é a que está em jogo», porque tal como na ermida de São Jorge de Cáceres -tem apontado- «há centenas de monumentos que se caem e se derrubam» na Extremadura, como -citou- o convento de Garrovillas e o castelo de {Trevejo}, que «ainda estão à espera» a que a Junta acometa «algum tipo de intervenção» ou «passem a titularidade um bem {inventariado}» pela comunidade.

Finalmente, em resposta à deputada de Cs, a conselheira de Cultura insistiu em que não se pode fazer nada desde/a partir de a administração regional na citada ermida «enquanto não seja de titularidade pública» porque atualmente o edifício «é de titularidade privada. E esse acordo está formalizando's nestes momentos para que passe a ser de titularidade pública», acrescentou.