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A Junta não pagará os 28 milhões que se reclamam pelo novo hospital

 

SIRA RUMBO CÁCERES
17/01/2020

A Junta de Extremadura decidiu não responder à reclamação da União Temporal de Empresas ({UTE}) que começou a construir o novo hospital, formada por Placonsa, {FCC} e {Joca}, que solicita uma indemnização de 28 milhões de euros pelos danos que produziu às três empresas a dissolução de dito contratador, que se levou a cabo na legislatura de Monago. O Executivo regional tinha até Janeiro para responder a dita reclamação mas considera que não lhe corresponde fazer frente a ela. A via que fica agora à {UTE} é a contencioso administrativa. «Se fizeram os estudos pertinentes juntamente com a advocacia geral da Junta de Extremadura e não parecia conveniente que {respondiéramos} à reclamação pela via administrativa. Se querem ir à via judicial teremos todos os argumentos de defesa», assegurou ontem o conselheiro de Saúde, José María Vergeles. «Me produz uma profunda pena que os extremenhos tenhamos que fazer frente a outro novo episódio de {judicialización} de um hospital que poderia ter-se terminado muito antes, por uma decisão do governo anterior, que fez que se {retrasara} {deliberadamente}», acrescentou. E criticou além disso que o cacerenho e médico jubilado, Eduardo Corchero, {acudiera} à comissão de petições/pedidos do Parlamento Europeu para que se investigue o uso dos fundos europeus no novo hospital: «Não é lamentável, é de um insulto manifesto aos extremenhos», sentenciou.