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A Junta fará um relatório/informe para esclarecer o caso do menor que perdeu a pele

Por enquanto o SES não se tem posto em contacto eles. Valorizam ir aos tribunais/réus/julgados

 

Uma imagem de arquivo da fachada do hospital São Pedro de Alcántara, onde aconteceu a suposta negligência. - FRANCIS VILLEGAS

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
05/12/2019

La Junta de Extremadura está elaborando um relatório/informe para esclarecer o caso do menino de onze anos que perdeu a pele após {pautarle} uma dose quatro vezes superior de um antiepilético. La família reclama 300.000 euros pelos danos causados por meio de uma reclamação patrimonial. O Servicio Extremeño de Salud (SES) «lhes dará os dados enquanto tenham as notas informativas de inspeção sobre/em relação a que é o que aconteceu»; e se é por via judicial, «colaborará com a justiça». Por enquanto, tal como confirma a advogada da família, Clara {Lozano}, Saúde não se tem posto em contacto com eles e também não com os afetados.

O conselheiro de Saúde, José María Vergeles, se tem pronunciado esta manhã sobre/em relação a este caso. E tem lamentado que tenha transcendido à opinião pública desta maneira tão «sensacionalista». Além disso, acredita que se deve respeitar a confidencialidade dos dados clínicos, bem como apostar em proteger aos menores e os direitos que têm, segundo recolhe/expressa Efe. «Tudo meu respeito à família e toda a colaboração para que tenham toda a informação e, pelo menos, a incerteza que lhe tenha gerado este tema se solucione o quanto antes», reiterou.

Tal como informou esse diário/jornal na terça-feira o menor foi diagnosticado de epilepsia aos quatro anos. Nessa altura se lhe {pautó} um medicamento para travar as crise (na verdade nunca chegou a sofrer nenhuma mas aos quatro anos teve um engasgo e se suspeitou que poderia ter sido causado por um surto desta doença). Anos mais tarde, quando já tinha onze, foi a uma das revisões desta doença no hospital São Pedro de Alcántara, onde o neurologista pediátrico que lhe atendia lhe receitou outro medicamento mais. Por outro lado, tal como denúncia a família, se administrou uma dose quatro vezes superior à que devia tomar-se, segundo estipula a Agência Espanhola do Medicamento e o próprio prospeto.

Esta overdose lhe provocou {llagas} e queimaduras no corpo. Lhe produziu uma {necrosis} e se lhe caíram as unhas e a pele dos {pezones}, das plantas dos pés, da cabeça e da cara. Tiveram que coser-lhe até os olhos para evitar que se lhe {abrasaran}. Para além de gerar-lhe problemas em vários órgãos, entre eles os rins. Após realizarle provas lhe foi diagnosticada o Síndrome {Stevens}-Johnson, uma doença que provoca precisamente o consumo de doses excessivas do medicamento que se lhe {pautó} no hospital São Pedro de Alcántara. Neste sentido Vergeles assegura que este síndrome «não só/sozinho se produz por doses inadequadas ou por má prática dos profissionais se não que com doses normais também se pode apresentar porque é uma doença imunológica».

Desde/a partir de o gabinete madrileno {Lex} Advocacia advertem de que, se não recebem uma resposta à reclamação patrimonial que se apresentou em Novembro do ano passado (deviam ter respondido faz já seis meses) irão à via contencioso-administrativa.