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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de septembro de 2017

Julián Canelo oferece uma ode {pictórica} ao lembrança


09/09/2017

 

Começa o novo curso também no Espaço de Arte e Ação {Belleartes}, que acaba de pendurar a primeira exposição da nova época, relativa aos lembranças, boa temática para encaminhar-se até o outono. Formada por obras do artista Julián Canelo, leva por título ‘Dois Primaveras’ e se poderá visitar durante o mês de setembro, de segunda-feira a domingo em horário de 19.00 a 24.00. O acesso à sala é livre.

Segundo explica o próprio autor, «esta mostra estuda o lembrança como meio de {aferro} impulsionado por um temor de perda até aquilo que tem detonado uma conexão interna em nosso ser, tanto/golo o amado como o odiado, o que {eres} e, sobretudo, o que um dia {fuiste}». As obras sugerem «vivências que ainda después do esqueço ou a morte, ficam impregnadas em tudo aquilo que fez parte delas e pelas quais foram forjadas; espaços, cheiros, sons, pessoas...».

Julián Canelo (Cáceres, 1996) começou seus estudos em diferentes instituições, entre elas a Escola de Belas Artes {Eulogio} Blasco, e segue/continua desenvolvendo a sua formação no grau/curso universitário de Belas Artes na Universidade {Complutense} de Madrid. Sua produção vem influida por um interesse/juro até disciplinas clássicas como o desenho, o gravado ou a pintura, mas também denota uma clara influencia de autores contemporâneos e outras artes como a poesia e a música.

A obra de Canelo «funciona como memória gráfica, residindo nela a própria biografia do autor», a modo de «um diário/jornal pessoal», explicam desde a sala {Belleartes}.

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