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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Los {jabalís} chegam ao Junquillo

La falta de comida/almoço e de água no campo obriga aos animais a procurar sustento no centro urbano. Fazem destroços nos jardins e se têm visto no campus ou na rotunda da Guardia Civil

ALBERTO MANZANO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
12/07/2019

 

Los {jabalís} tornaram-se nas últimas semanas em visitantes habituais da cidade. Sem ir mais longe, a noite de quarta-feira se viu a um {campando} a seus {anchas} pelo bairro do Junquillo. La cena cada vez é mais habitual. As escassas opções que lhes outorga o campo para a alimentação e a água força a muitos animais a concentrar-se nos núcleos de população para procurar sustento, assim o explica a este jornal o diretor da Escritório Universitário (Uex) de Ambiente, José María Corrales.

Se movem sobretudo pelas zonas próximas à encosta da montanha. Segundo indica Corrales, também se lhes tem visto na rotunda da Guardia Civil, no bairro de {Vistahermosa}, na bomba de gasolina situando frente a Charca {Musia}, no Urbanização Universidade e no próprio campus universitário. «Fazem destroços nos jardins dos bairros e as faculdades, as zonas verdes estão levantadas e em ocasiões chegam quebrar os {aspersores}», assinalou.

Também, comentava entre risos uma curiosidade que presenciou um jardineiro do campus. «Uma {zorra} empurrava com a pata várias vezes uma papeleira com a intenção de dar-lhe de comer a suas crias». E assegurava que os {jabalís} podem chegar a tombar contentores de lixo.

Além disso, alertava de que os {jabalís} estão acostumados à raça humana e que, por norma, não são perigosos; mas, perante sua presença, se recomenda atuar com precaução. «El {jabalí} não ataca se não é atacado. Só/sozinho é perigoso se está ferido ou se lhe tentam retirar a suas crias», sublinhava. Finalmente, para Corrales o problema do aumento de população desta espécie vem dado porque a Junta, não levou a cabo as batidas anuais.

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