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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

Hospital, quartel, cinema e discoteca


09/10/2019

 

Capitol vive agora horas descidas mas não cabe dúvida de que suas anteriores vidas têm servido para moldar a história da cidade. Tal como recorda o arquivista e cronistas oficial Fernando Jiménez Berrocal neste diário/jornal, seu primeiro uso, no século XIV, foi como hospital, «o único no qual se atendia às mulheres». Como centro sanitário fechou no século XIX e o prédio se usou para albergar os motores que produziam energia para a iluminação pública em Cáceres mas as queixas por ruídos obrigaram a fechá-lo. Assim permaneceu até que na Guerra Civil serviu de quartel falangista até que no 37 se destruiu o prédio originalíssimo num bombardeamento.

Foi no 47 quando se inaugurou o uso pelo que Capitol passaria à memória coletiva dos cacerenhos. Tornou-se na sala de cinema mais moderna da cidade pela que passaram nomes como o de um juvenilíssimo Pedro Almodóvar. Como Cinema Clube {echó} o fecho nos oitenta. Nesse impasse o local abriu-se como discoteca e sala de concertos e mais tarde foi uma entidade bancária a que o adquiriu para organizar exposições e eventos culturais mas não chegou a manter uma programação de continuidade. Depois de/após anos sem atividade, Maltravieso teatro anunciou em 2017 uma nova etapa com teatro e cinema e ao ano também desistiram, igual que os últimos promotores que prometeram um giro/gracioso à noite.

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