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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

O hospital necessita 12.000 camisa de noite para pacientes e quase 32.000 lençóis

Toda a roupa que utilizarão tanto/golo os ingressados como os sanitários custará quase 470.000 euros. Para o pessoal se adquirirão quase 2.000 batas brancas e perto de 12.000 {pijamas} para cirurgia

SIRA RUMBO
22/04/2019

 

El complexo hospitaleiro de Cáceres usará 116.205 produtos de material têxtil, entre {pijamas} e batas para os sanitários, camisa de noite para os ingressados e roupa de cama. É o que se recolhe/expressa no caderno de encargos técnicas que regula o contrato para o fornecimento de lingerie e roupa sanitária que acaba de ser adjudicado. Concretamente adquirir tudo este material custará quase 470.00 euros e a maior parte se utilizará no novo hospital.

El serviço foi contratado por um período dois anos e por lotes (ao todo 15), isto é, se têm adjudicado de maneira independente cada um dos produtos. Concretamente o hospital estreará almofadas, {fundas} de colchão, {fundas} de almofada, {colchas}, lençóis, cobertores e toalhas. Também roupa para bebés e meninos, {batines}, camisa de noite e {pijamas} para pacientes e uniformes brancos e verdes para sanitários.

Como curiosidade o SES tem adquirido 11.655 novos camisa de noite para os pacientes, 16.015 toalhas, 31.075 lençóis para as camas das quartos, 715 almofadas, 1.408 {colchas} e 1.650 cobertores. As camas são todas de 90 centímetros. Para os sanitários se têm comprado 1.905 batas brancas e 11.880 {pijamas} de cirurgia (calças e casaco). Para os salas de operações também se têm adquirido 5.115 lençóis para suas macas.

«Uma imagem cuidada de profissionais sanitários e não sanitários transmite uma imagem de eficiência e profissionalismo aos pacientes e suas famílias», justifica o Servicio Extremeño de Salud nas condições de licitação para contratar o serviço.

A aquisição se adjudicou na segunda-feira passado, segundo figura no perfil do contratante do estado, embora não se formalizará até dentro de quinze dias. Coincide precisamente com a abertura iminente do bloco cirúrgico do novo hospital e portanto da área de hospitalização. Se cumprem-se as previsões que maneja o SES, tal como avançou na semana passada a este diário/jornal o gerente da área de saúde de Cáceres, Francisco Javier Calvo, se espera que já tenha ingressados neste complexo a partir de finais da próxima semana ou como muito a seguinte. Estas áreas deviam ter aberto antes mas os transferências têm tido que deter-se pela Páscoa.

Este material não só/sozinho se utilizará no novo hospital, mas também no São Pedro de Alcántara, já que se tem adquirido também roupa para meninos e bebés e {pijamas} especiais para a área de Psiquiatria e ambos serviços estarão localizados no São Pedro de Alcántara. El primeiro se manterá no mesmo lugar, dentro do materno infantil. El segundo se transferirá desde o Nossa Senhora da Montanha, para o que será necessário ser feito obras para adequar o espaço a este novo serviço. Se estimam nuns 800.000 euros mas ainda não têm começado.

O QUE FALTA POR TRANSFERIR / As plantas de hospitalização prevê-se que abram antes de que finalize neste mês. Tal como {publicara} este diário/jornal faz uns dias, este área se abrirá junto ao bloco cirúrgico completo, a Unidade de Cuidados Intensivos, a de reanimação e as Urgências. Será necessário além disso transferir aos pacientes cirúrgicos (os que acabam de ser operados e os que vão a submeter-se a uma intervenção) que nesse momento se encontrem ingressados tanto/golo no São Pedro de Alcántara como no Nossa Senhora da Montanha. Se fará assim porque no novo hospital estarão todos os salas de operações do complexo hospitaleiro, salvo os de Ginecologia e Pediatria, que se manterão no Materno Infantil do São Pedro de Alcántara. Nestes momentos se estuda como se levar a cabo o transferência dos doentes.

No centro de El {Cuartillo} já se atendem as consultas de especialidades cirúrgicas, Oftalmologia, Traumatologia, {Otorrinolaringología}, Urologia e {Dermatología}. Também se utilizam os salas de operações, mas unicamente para operações de cirurgia maior {ambulatoria}, que se realizam com anestesia local e não necessitam internamento hospitalar do paciente.

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