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A guerra perpétua de D. T.

 

MARCELINO CARDALLIAGUET Catedrático
07/12/2019

O atual Presidente dos Estados Unidos --o inefável {Mr}. Donald Trump-- já superou em {estulticia} a seus mais ilustríssimos antecessores: {Ronald} {Reagan} e George Bush --pai e filho-- pelas brilhantes ideias republicanas de converter à guerra na ocupação preferente dos jovens norte-americanos. Alguns, como soldados nas inumeráveis guerras e conflitos provocados --ou inventados-- pelos mesmos presidentes norte-americanos; mas outros, mesmo disparando dentro dos Planeamento/planejamento de Ensino, onde deveriam preparar-se para melhores destinos.

Além disso, as guerras dos «marines» em todos os continentes são o principal negócio da indústria «{made} {in} USA», a indústria armamentística para estender e implementar o capitalismo selvagem americano, pregado por {Milton} {Friedman} desde/a partir de finais da Grande Guerra Europeia; quando as destruições e bombardeamentos mais terríveis da História deixaram um mundo em «urgentíssima situação de demolição», para alegria dos investidores norte-americanos; que viram já com nitidez seu papel de «grande potencia credora» perante o panorama de ruína geral.

A Segunda Guerra Mundial --muito mais letal destrutiva que a anterior-- foi também a que decantou as «lucros» da destruição num ou outro sentido-; pois em América, «¡a morte sempre tem um preço!». Para uns, os «réditos» da guerra deviam premiar aos aos investidores, aos especuladores, aos «padres» do Bezerro de Orellana / Orelhana que têm seu «templo» em Nueva York.

Para outros, deveria beneficiar ao «estreitamente»; ao esforço de aqueles que {reconstruían}, recriavam e voltavam a utilizar/empregar a «força das armas» em proveito dos «{soviets}» comunistas. Seu «santuário» foi Moscú.

Estes perderam e os primeiros ganharam. Embora uns e outros se dedicaram a «esmagar à Humanidade» desde/a partir de cada um de suas dogmas sociais e económicos, sempre alheios às gentes de bem. Para isso se inventaram pactos militares --como a NATO ou a {URSS}-- dedicados a provocar guerras e não a evitá-las. A arrasar nações e a multiplicar benefícios: Coreia, {Viet}-{Nam}, a guerra do Malandro, a de Iraque, os multiplos genocídios africanos e as sangrentas ditaduras asiáticas ou latinas. Todas provocadas com a aquiescência da ONU; pelos benefícios que se tornaram em «mantra» do atual Presidente USA, como «guru» duma «nova religião» capitalista: «{Americathefirst}». Pois todas as posturas que tentem superar as contínuas guerras, os genocídios de povos/povoações inteiros, a poluição de oceanos e continentes e a formação de um «acordo universal» para evitar novos desastres, estão condenados ao fracasso, se não se submetem a seus desígnios, aspirações e desejos.

MUROS DE CIMENTO/ O «mantra» monorítmico que proclama e repete em todas suas intervenções públicas, tornou-se já no «santo-e-senha» de todos os partidos de «extrema-direita», imitadores do velho «{nacionalsocialismo}» do passado século. Muito importante para todos estes «descerebrados» é que para ser «os primeiros», têm que ser os únicos; em consequência têm de rejeitar qualquer solidariedade com gentes migrantes, com pessoas doutras raças, com os deserdados que venham a procurar um meio de vida. E para isso construir enormes muros de cimento e grades, com {alambre} de {pinchos}, com ódio armado e uma enorme «obcecação mental» que dificulte a amizade, a compreensão e a caridade.

O que sim se parece conseguiu este {peculiar} «lama» com seu «mantra», é fazer de USA «{thefirst}» por seu maior/velho número de assassinatos por arma de fogo especialmente entre os estudantes e adolescentes --o «primeiro» em incêndios florestais e destruições; o de maiores/ancianidade acumulações de {desechos} industriais e lixos poluidores. O de mais espessas nuvens de CO2 entupindo à atmosfera de tudo o planeta.

As campanhas agressivas de Donald Trump sim que ameaçam com converter-se em perpétuas, gerais em todo o planeta e irrecuperáveis para os povos/povoações: «{Americathelast}».