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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

O governo culpa às empresas e ao PP do atraso de todas as obras

Os populares asseguram que o PSOE não apresenta projetos e fala de «paralisia». {Licerán} diz que não se abrirão portas a construtoras que não cumpram com a cidade

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
11/09/2019

 

El porta-voz do Governo e vereador de Infraestruturas, Andrés Licerán, culpou ontem do atraso das obras ao anterior plantel/elenco de governo e às «empresas {incumplidoras}». Citou vários exemplos, o primeiro o da polémica {Alzapiernas}, «resultado -disse- da nefasta gestão do PP», o segundo, o alargamento do parque do Príncipe, com o pedido por parte da adjudicatária de um modificado de 300.000 euros, o terceiro, a via de {Macondo}-Junquillo, e assim somou outros casos: os acessos de Valdesalor, Canto de {Ballesteros} e o parque infantil de Aguas Vivas, «que não tinham nem memória nem projeto», ou a rotunda do Ponte/feriado de {Vadillo}, com 400.000 euros, que «são insuficientes» para uma obra que, como todas as citadas, o PSOE compromete-se «a solucionar».

Mas Licerán referiu-se a mais casos ao assegurar que «tanto/golo a "pedonalização" das ruas dos Bispos como o alargamento dos dois campos de futebol de {Pinilla} nos os encontrámos paralisados, não tinham assistência técnica contratada e foi este plantel/elenco de governo o que tem tido que iniciar/dar início o processo de contratação, que nos próximos dias verá a luz para que se possam acometer ambas obras».

Licerán não duvidou em culpar desta situação à {excaldesa} Elena Nevado e ao atual porta-voz do PP, Rafael Mateos. Mas, além disso, fez um anúncio, «uma mudança de atitude que vai-se a notar desde já no Ayuntamiento de Cáceres», prometeu o porta-voz, que avisou às construtoras: «Nós não vamos a permitir que tenha empresas {incumplidoras} com a câmara municipal. Temos de demonstrar desde o minuto um que à obra pública e à administração pública se vem a cumprir com os cidadãos da cidade de Cáceres», advertiu.

El vereador sentenciou que «a equipa de governo anterior deixou que as empresas {incumplidoras} {prolongaran} eternamente as obras que se acometiam e jamais se dava solução nem se tomavam medidas contra elas. Vamos a tomar medidas contra elas», reiterou o vereador, que aludiu à Casa de Cultura Rodríguez Moñino, um projeto «que deveria ter estado entregue em Agosto e nos o encontrámos executado em só/sozinho um 15%. Vamos a iniciar/dar início o processo de resolução desse contrato. Vamos a receber/acolher com os braços abertas às empresas que trabalhem mas não às que venham a jogar com o dinheiro dos cacerenhos», concluiu o responsável municipal.

Esta reação se produziu após a celebração da Comissão de Fomento, Infraestruturas, Serviços Públicos, Ambiente e Bairros que se celebrou ontem na câmara municipal. Nela se informou do estado dos projetos de abastecimento e saneamento de Novo Cáceres, Aldea Moret e {Llopis} {Ivorra}. Licerán deu conta também ao resto dos grupos políticos dos novos ciclovias como o da ronda Norte, os faixas de rodagem a 30, a campanha de alcatroado que chegará a Mejostilla, Cáceres o Velho e Novo Cáceres, e a atenção à velha procura de {Llopis} {Iborra} de alcatroar as ruas El Salvador, {Honduras} e {Bolivia}, até agora só/sozinho {cementadas}. Igualmente se alcatroará o caminho do polígono pecuário, «bloqueado pelo anterior plantel/elenco de governo», concluiu Licerán.

MATEOS HABLA / Não tardou em reagir à crítica o porta-voz do PP, Rafael Mateos. que resumiu com esta frase categórica seu passo pela primeira comissão de Infraestruturas do novo curso político: «El PSOE tem paralisado a cidade e não apresentou nem um só/sozinho projeto próprio, são todos do anterior plantel/elenco de governo do PP». A versão de Mateos é justo a contrária à de Licerán. Segundo o responsável popular, é responsabilidade da equipa de {Salaya} o bloqueio da Casa de Cultura Rodríguez Moñino: «Tinha que ter estado finalizada o 15 de Agosto e por enquanto não vai a estar». Disse o mesmo da "pedonalização" das ruas dos Bispos, «que também não vão a começar o 15 de setembro como estava previsto».

Mateos assegurou: «Nos preocupa a paralisação. Não têm tentado fazer nenhum projeto. Falam da reunião da Mesa do Transporte ou da renovação do contrato de limpeza rodoviária, que são coisas que temos de convocar sim ou sim». El porta-voz lamentou que o PSOE trabalhe com um orçamento alargado, «ao que os socialistas votaram contra», recordou o chefe do principal jogo/partido da oposição/concurso público.

El vereador insistiu em que com o Jogo/partido Socialista no Ayuntamiento de Cáceres «não houve uma evolução. Nos falam de obras como Virgem de Guadalupe, que ainda lhe faltam a jardinagem e o mobiliário, ou da rua Viena, cujo projeto está em fase de redação, mas não se licitará até dentro duns meses». A realidade política voltou após o verão. Começa o questiúncula.

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