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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

O feirante de Coria se enfrenta a 18 anos de cadeia por matar a seu empregado

Sua defesa pede sua absolvição porque foi, diz, homicídio imprudente

SIRA RUMBO
10/09/2017

 

O feirante de Coria se enfrenta a uma pena de prisão de 18 anos por acabar com a vida dum dos seus empregados o 20 de Janeiro do ano passado com um faca. A acusação particular tem qualificado de assassinato o sucedido, enquanto a Procuradoria acredita tratar-se de um delito de homicídio. Segundo relata o escrito/documento da acusação particular, que exerce o advogado Ángel Luis Aparicio em representação da família do falecido, tudo aconteceu na caravana na qual residia o investigado, à que o falecido se dirigiu para solicitarle que lhe desse de alta de alta como trabalhador diante da época de feiras que se {avecinaba}.

A conversa começou a ser violenta quando o falecido lhe disse que deixaria a empresa se não lhe dava de alta na Segurança Social. Nesse momento e «sem briga prévia», sustenta a acusação particular, o acusado/arguido pegou um faca {jamonero} e se o pregou ao falecido no peito.

A punhalada que lhe causou a morte lhe afetou ao pulmão e ao coração, o que lhe gerou uma hemorragia aguda e uma posterior paragem/desempregada/parada cardio-respiratória. Depois, segundo a versão da acusação particular, o acusado/arguido limpou o faca e o guardou num gaveta da autocaravana e lavou o {pijama} que levava na máquina de lavar roupa. Se foi embora da mesma deixando ao falecido em seu interior e se foi embora a Talavera de la Reina, onde reuniu-se com suas irmãs, aqueles que lhe convenceram de que se entregasse à Guardia Civil. A acusação pede também que se indemnize à irmã do falecido com 200.000 euros.

O juízo terá lugar amanhã na Audiência e será um tribunal do júri o que decida se foi culpado de assassinato, de homicídio doloso ou se o que aconteceu foi fortuito e portanto um homicídio imprudente, como assegura a defesa do acusado/arguido, que pede sua absolvição.

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