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El Periódico Extremadura | Sábado, 20 de outubro de 2018

A falta de médicos atrasa as consultas em Novo {CáceresSClB}

Planificação Familiar esteve dois meses sem atender pacientes por uma baixa

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
11/01/2018

 

El Centro de {Orientación} y {Planificación} {Familiar} de {Nuevo} Cáceres ha estado, segundo várias fontes, dois meses sem prestar serviço. A causa, o médico titular estava de baixa laboral. Ontem, finalmente, voltou a estar em ativo. As consultas programadas que tinha o serviço, dentro dos programas de saúde da mulher e suas revisões, se têm tido que adiar, o que de facto vem a incrementar o já de per si longo/comprido tempo de espera que suporta Planificação Familiar.

Esta situação vem a pôr a manifesto a escassez de médicos de atenção primária, já que a própria Conselheria de Saúde e Políticas Sociais confirmou que não se tem coberto esta baixa por «a escassez de médicos de família», embora matizam/precisam que as urgências se transferiram a outros centros de Cáceres.

Os serviços de Planificação Familiar estão formados por médicos de família que, como explica o presidente do Ordem dos Médicos de Cáceres, Carlos Arjona, «recebem uma formação específica para poder/conseguir realizar {citologías} e {ecologías}», bem como outras revisões próprias deste tipo de consultas. Segundo Arjona, «não há muitos médicos formados nisso, pelo que quando há uma baixa ou umas férias, não se cobrem».

Para paliar esta situação, desde o Ordem dos Médicos de Cáceres apresentam «oferecer contratos de longa duração e convocar oposições/concurso público, porque se se oferecem contratos de um mês ou semanas, as pessoas não os quer e enquanto lhe oferecem outro de um ano [os médicos] vão-se embora» a outras comunidades.

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