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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

Experimentos num mundo global

MARCELINO Cardalliaguet
14/03/2020

 

Toda ação provoca uma reação da mesma intensidade, mas de signo contrário». Este {axioma}, que explica o avanço das ciências e do pensamento humano, em função de seu desenvolvimento linear, pelo método dialético, tem surgido da filosofia, em sua aspiração a converter-se em ciência ou da prática política, em sua aspiração a converter-se na verdade social e económica para o domínio dos povos/povoações por parte das minorias. Ou também das «castas» dominantes, das que nunca nos temos {zafado} completamente, ainda disfarçando-as de monarquías, repúblicas ou qualquer outra forma de Estado, nas que uns poucos mandam e os demais obedecem e arcam com as despesas.

Na verdade, todos os países som «oligarquias», embora se façam chamar de diversas formas, em função de seus modos e métodos de exercer o poder/conseguir. Há «oligarquias militares», às que {solemos} chamar ditaduras, tiranias, etc. As há também «nobiliárias» ou «aristocráticas», que costumam ser nas que dominam os privilegiados, que gozam duma legislação diferente à dos demais. Oligarquias às que {denominamos} «liberais», embora não tenham nada que as vincule à liberdade de seus súbditos.

Há, finalmente, as «oligarquias de elite» que se caraterizam por estar encabeçadas por minorias muito seletas: «elites financeiras»- as mais poderosas e habituais -; que costumam emboscar-se nos Conselhos de Administração de Bancos ou Corporações Industriais; «elites religiosas», amparadas pela Igreja e definidas por suas dogmas e preceitos, muito estritos e inflexíveis, e «elites cientistas» ou de investigação, escondidas em «cenáculos» nos que se {cuecen} os mistérios mais insondáveis e segredos, referidos à segurança nacional, ao desenvolvimento de guerras e conflitos nos limites do Mundo; ou ao triunfo de grandes projetos empresariais «capitalistas», nos que somente se mira quantos serão os milhões de clientes que dêem altos rendimentos às empresas que o sustentem. E não quantos serão os desgraçados que desapareçam no tentativa.

As mais atrevidas «teorias {conspirativas}» - ou «planos apocalípticos» - que sempre existiram em nossa História passada, já apontavam até uma trama universal com {contubernios} internacionais destinados a destruir nossa cultura e nossa civilização universal, mediante processos ultrasecretismos, que se coziam na sombra.Acusando agora à recente epidemia do «coronavirus» como um plano diabólico das potências «capitalistas» ocidentais {-} USA e o Reino Unido {-} para destruir o sistema económico comunista {-} mantido pela China continental {-} e {triunfante} agora mesmo no panorama de desenvolvimento universal, até uma economia globalizada de âmbito universal.

¡Se fora assim, a conspiração tem falhado! A pandemia «{COVID} 19» tem transbordado à República Popular China e o que está ameaçando é o nível de rentabilidade das sacos de valores com uma descida inusual das cotizações anuais de cada ação. ¡Aí é nada! A volta dos métodos radicais comunistas: repressão, confiscação de todos os bens e estilos de vida em função da segurança nacional, as medidas taxativas que derivam em supressão de liberdades pessoais, direitos humanos e protestos controlados, têm fracassado em todos os seus pontos, e o «laboratório» chinês ficou desprestigiado: No espaço político do «{Maoismo}» foi onde há mais doentes do «coronavirus», onde têm morto mais pessoas {-} que já estavam muito doentes doutras patologias {-} e onde mais se têm afundado os valores económicos das empresas. A ética «comunista» ficou de rastos, e o «capitalismo» muito tocado.

{Volvamos} aos velhos laboratórios de {matraces} e {retortas} e deixemos as análises sociais ou «sociopolíticos» para que os façam os «entrevistadores», «estatísticos» e comentadores de TV, que som os que entendem disto.

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