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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

O ex-presidente de Músicos Extremenhos, tribunal/réu/julgado por inflar faturas do coletivo

A Procuradoria acredita que se levou quase 50.000 {€} e solicita uma pena de dois anos de prisão. O acusado/arguido nega que usasse para despesas próprias dinheiro da conta da associação

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiopdico.com CÁCERES
11/09/2019

 

O que fora presidente da Associação Regional de Músicos Extremenhos (ARME) até ao ano 2014 foi tribunal/réu/julgado ontem na Audiencia Provincial de Cáceres acusado/arguido de um delito de apropriação indevida, alegadamente por ficar com perto de 50.000 euros do coletivo. Concretamente entre 2010 e 2014 realizou vários levantamentos de dinheiro da conta da associação por esse montante, sem que conste o destino do dinheiro. Foi denunciado pelos sócios, que exercem na causa como acusação particular.

Segundo acredita a Procuradoria entre 2010 e 2014 elaborou um grande número de faturas «fictícias» dentro de a associação e a nome dos diferentes sócios do coletivo. Normalmente a associação o que fazia era contratar um serviço aos sócios (a maioria charangas), o faturava a nome da associação e depois lhes pagava a eles em metálico. O conceito/ponto das faturas era por «aluguer de equipas de som ou megafones» e nelas não aparecia nenhuma firma/assinatura/assina com o objetivo, segundo acredita o Ministério Público, de justificar as despesas que se declaravam a Agência Tributária e assim reduzir as cotas a ingressar em Finanças. De facto Finanças instaurou vários processos sancionadores contra a associação em relação ao pagamento do IVA entre 2010 e 2014. Lhe reclama 71.121 euros pelos exercícios 2013 e 2014 . O fiscal solicita dois anos de prisão por um delito de apropriação indevida e uma multa de 3.240 euros por outro {societario}. A acusação particular pede seis anos de cadeia e 30.000 euros de multa.

Segundo declararam alguns testemunhas, o que fazia era inflar as faturas que emitia. A uma charanga, cujos membros declararam ontem, lhes entregou uma fatura duns 4.000 euros quando eles só/sozinho receberam 500, segundo a versão que deram ontem na Audiência Provincial. O acusado/arguido nega que ficasse com quantidade/quantia alguma da associação e assegura que o que se retirou foi para despesas e dívidas. E insiste em que, para tirar dinheiro da conta do coletivo, era necessária a assinatura tanto/golo do presidente (dado que ostentava ele nessa altura), do secretário e do tesoureiro e nenhum deles pôs nunca nenhuma bate das retiradas a conta.

A Audiência acolherá hoje outro juízo também por apropriação indevida. Esta vez se investiga ao ex-presidente do Sala de aula Natureza {Mongrafüe} ao que se acusa de ter-se ficado com 42.390 euros.

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