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El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

«Estamos no caminho para ser a primeira força política em Cáceres»

JOSÉ LUIS BERMEJO
12/06/2018

 

No teve surpresas. Luis Salaya ganhou no domingo as primárias socialistas para escolher ao candidato do PSOE à presidência da câmara municipal. Venceu com o 70% dos votos, um triunfo claro mas com dois {peros}: as diferenças que as primárias mostram dentro dos partidos (a quarta parte dos eleitores se inclinaram por sua adversária {Susana} {Padilla}) e uma participação abaixo das anteriores eleições para a designação do candidato. Faz quatro anos votaram 418 dos 500 militantes, no domingo passado fizeram-no 304. A próxima eleição de Salaya será nas eleições municipais de Maio de 2019.

--Tem ganho com o 70% dos votos, mas não parece suficiente para falar de vitória rotunda e que fecho as feridas que abrem as primárias, ¿como valoriza você esse 27% de votos contra?

--Com a trajetória histórica do agrupamento local do PSOE um 70% é certamente a maior vantagem com dois candidatos. De todas as maneiras {recojo} que há parte do jogo/partido que entende que não era o melhor candidato, mas {insisto} em que um 70% é um apoio muito largo.

--¿Como divide à agrupamento que tenha 82 militantes que não lhe vejam como o melhor candidato?

--No acredito/acho que tenha mais transcendência. Esses militantes trabalharão agora para ganhar as eleições. Nós {venimos} de muitos processos de primárias e este não foi o mais duro. Tinha uma opinião maioritária que entendia que devia ser o candidato e isso revalida o trabalho do grupo municipal.

--¿Esperava uma vitória com uma percentagem maior?

--No, esperava o 70%, a verdade. O resultado foi aproximadamente o que esperava.

--A participação não foi alta, houve cem votantes menos que nas anteriores primárias.

--Foi uma participação normal/simples no PSOE, mesmo atirando a alta. A exceção foram as primárias de faz quatro anos, um processo com muita mobilização por ter três candidaturas que trabalharam muito forte e insistiram muito aos militantes para que fossem a votar.

--¿Porque é que acredita que houve uma participação menor que faz quatro anos?

--Há muitos militantes que apostam em mim e que faz quatro anos, com uma competição mais dura, vieram a votar apesar de que estavam esse fim-de-semana fuera da cidade. Agora entendo que não se têm mobilizado da mesma forma vendo que o resultado estava claro e que iam a ganhar as primárias.

--Pelo que vejo tinham claro que iam a ganhar as primárias.

--Eu não, porque não gosto confiar-me. Mas na militância sim tinha uma sensação maioritária de que eu tinha que repetir como candidato à presidência da câmara municipal.

--¿Contará com {Susana} {Padilla}?, ¿como atrairá aos 82 militantes que não lhe votaram?

--É importante pensar nos militantes, mas também em que nossa responsabilidade vai mais além. Vamos a fazer o que quer a cidadania e os militantes, que é fazer uma lista para as municipais não pensando em arranjos internos, mas em escolher às pessoas mais ótimas para cada pelouro.

--Mas, ¿contará com {Padilla} para a candidatura municipal?

--No o sei, agora é cedo.

--¿E com pessoas da sua equipa?

--Se há pessoas da sua equipa que encaixa em perfis concretos, eu não tenho problemas, mas não vamos a ter uma representação orgânica de sectores porque o que espera o cidadão é que procuremos a pessoas preparadas para ocupar os espaços de trabalho dentro do governo e o que não espera é que nos {guiemos} por processos de distribuição interna.

--¿Quem formará seu plantel/elenco?

No o sei, ainda é cedo.

--¿Terá já algum nome?

No, não quero entrar em especulações.

--¿Que reptos/objetivos se marca perante as próximas eleições?

--Nossa primeira prioridade e no que estamos trabalhando é na atração de empresas e criação de emprego, é o primeiro problema da cidade. É o primordial porque sem isso não vamos a poder/conseguir fazer nada mais.

--¿Que previsões têm de resultados nas municipais?

--Acreditamos que temos muitas opções de ganhar as eleições. No terá maiorias absolutas, mas acredito/acho que estamos no caminho de ser a primeira força.

--Entendo que o diz por resultados de suas sondagens internas

--São nossas sensações depois de/após estar muito tempo pisando a rua e são também dados que recebemos das sondagens que encarrega o jogo/partido, que desde há algum tempo dão já que começamos a consolidar-nos como primeira força.

--¿Ajudará a mudança de Governo em Madrid às aspirações socialistas nas municipais?

--Sem dúvida. A tendência do PSOE vai ser muito boa, vai a começar a receber/acolher maior apoio da cidadania ao ver como {aplicamos} nossas políticas. A cidadania vai ter ocasião de ver algo que {veníamos} dizendo desde há tempo é que vamos a ser igual de exigentes ou mais com o Governo de Sánchez como o fomos com o Governo anterior.

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